Passaram..

sábado, 24 de dezembro de 2011

Feliz Natal e Feliz 2012

E volto para dizer mais uma daquelas frases clichês, Neste ano que se acaba, blá blá blá....
Vivi, e muito, não como eu queria, fato, mas vivi, aprendi, nos erros, nas quedas, nas confusões...Chorei, e muito, revivi lembranças do ano passado, senti medo, senti nojo, abri meus olhos para fatos e pessoas, Sorri, dancei, xinguei, abracei, pedi perdão, xinguei de novo, e me afastei para sempre, relembrei momentos antigos, refiz um caminho idiota, tropecei, sai sem direção, cheguei ao ponto final, esqueci as reticências, coloquei vírgulas nas frases.
Usei, abusei, fui usada, fui abusada, enjoei, morri de medo, me entreguei ao crime, pequei, me arrependi, menti, falei verdades dolorosas, abracei um inimigo, zoei com os amigos, aprendi que intensidade não significa viver na loucura.
Fiz amigos, fiz de amigos inimigos, dei de cara com a inveja, rezei, fui em terreiro de macumba, descobri que sou mais poderosa, ativei mais ainda minha espiritualidade, confio em Deus e nos Orixás, carrego comigo a benção de Hórus, peço proteção a Zeus, mudei de rosa pra vermelho, fiz sexo, fiz amor, beijei sem querer, e fiquei querendo um beijo.
Descobri pessoas, descobri anseios, fiz coisas escondida, bebi, quase cai, mas não me perdi, voltei pra casa depois das 4h, usei salto numa rave, senti o cheiro de mil drogas, mas não usei nenhuma, dancei reggae, arrumei mil amores, e de quebra um namorado, e assim segue, se dura não sei, mas segue.
Me senti, me possui, me encontrei, e ainda assim estou perdida, relembrei que Deus na minha vida é o guia, perdi a fé, mas a reencontrei, ou ela me encontrou, viajei sozinha, ganhei uma familia, mais uma, esqueci de pessoas más, mas elas não me esqueceram, fiz brincadeira de mal gosto, e não descobriram, criei, inovei, trabalhei, ganhei dinheiro, mas não ganhei meu carro, e que venha 2012....
Venha devagar, trazendo cada tópico da minha lista com máxima execução, para que eu possa sentir o tesão da realização.
Vem cá 2012 traz contigo o novo, esquece 2011, esse ano com resquícios de 2010, apaga tudo isso, mas não apaga tudo que aprendi, só deleta as pessoas loucas, as más companhias, os idiotas, e aquela mulher que só quer ferir meus amigos e minha família, que seja bem feliz, longe de todos nós! INVEJA MATA, DE TÉDIO!
FELIIIIIZ 2012!
Sem esquecer é claro do feliz Natal, afinal é nele que renovamos a fé, que acreditamos que ainda há clareza, que ainda é tempo de ver Deus com os olhos do coração!
Amém.

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Escrivinhações de uma mente sem nexo...de um corpo sem sexo, e de um amor desconexo!

Escrever, a essa hora? Coisas de uma mente sem nexo, da falta perturbadora de alguma coisa, sem tato, sem olfato, quem dirá paladar, falta de um quente, auxiliado por um frio, falta de um sentido a mais, uma vela sem pavio....
Descobri...falta de sexo, falta corpo, falta uma penetração de algo íntimo e seco, um desejo ardente, conjunto a um prosecco, um champange, seja o que for, uma conotação sexual, aliada a um horário carnal, um feitiço corporal, um rebolado fatal....Já posso? Posso fazer sexo na praça sem pudor, ou pelo menos sem este me vigiar? sem atentar contra a classe hipócrita do papai-mamãe? #sexo
Tudo em função do amor, ou da falta do mesmo, tudo sem função para ser bem sincera, tudo sem combinação, sem corpo, sem gás, com fervor e calor, sem outro ser...
Amor por que ser tão complexo, assim tão dislexo, assim tão desconexo?
Questões, disfunções, desconexões, um célebre dane-se amor...
Eu preciso de carne, carne no corpo para não dizer uma indecência.

Paciência

E foi rezando para a santa paciência que resolvi voltar,
Foi apelando para a santa paciência que decidi perdoar,
Suplicando à santa paciência, por um dia melhor que ontem,
Soletrando santa paciência foi que aprendi a amar,
Escrevi na areia santa paciência, rogai por mim.
Não tenho mais o que pedir, nem o que fazer, o tempo não cura nada, nem me faz esquecer...
Deixo aqui o vento cortante, deixar esvair e ir para longe de mim o que havia de importante...
Não tenho mais o que pedir, nem mais o que suplicar, só tenho a dizer, à Santa paciência hei de rogar!

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Sozinha

Chegando a conclusão que neste mundo tem muito eu para pouco você, muito amor para pouco coração, muita mulher para nenhum homem, muita vontade para pouca eficácia....
Chega-se a conclusão que tudo se acaba no unilateral, no monobloco, monossílabo, número 1, eu, só....
Aprender a viver sozinho para depois aprender a ter alguém, mudar a ordem desses fatores pode acabar gerando uma explosão na alquimia dos seres, apego, é a palavra que mais se usa, que mais se veste, mas quando fala-se em desapego, todo mundo vira as costas deixa de ler, deixa de vestir, não sabe-se soletrar.
Aprendi, com um tranco, um tapa, um sopro, que antes a solidão amiga, que a companhia inimiga.

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Te amo



E hoje eu consegui o impossível, consegui te amar mais que ontem, impressionante, não adianta as palavras amargas que outros insistem em tecer, sim há amor em mim. O amor que me move a cada dia para buscar forças para crer na diferença de quem um dia eu amei menos que hoje.
Poucas sílabas para falar ao horizonte o quanto é importante pra mim nutrir você dentro de mim, assim como uma brisa leve me deixo levar até onde um dia houve um nós.
Sim hoje tenho poucas palavras para dizer que ainda te amo, te odeio, mas no fundo te amo, me jogo ao mundo, mas ele não em aceita, quer apenas que eu fique aqui, sem direção, buscando apenas uma linha, uma curva que me leve ao teu coração.
"Já sei que o coração que não vê
É o coração que não sente o amor
o coração que te mente amor
Mas você sabe que no fundo da minha alma
Continua aquela dor por crer em você" 




quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Ainda...



E foi um dia assim, sem nada interessante, sem nada que me levasse, ou mesmo elevasse à um comentário diferente, assim, você apareceu, insignificante, sorrateiro, distante, teceu elogios baratos, me arrancou meios sorrisos, nada demais, tudo a mais.
Um dia, uma noite, uma semana, mais outra, e os elogios se elevaram, o que era entediante, naquela hora eu já nem sabia. E assim foi, a promessa do dia importante, a noite anterior, o dia, e a expectativa da véspera, já nem sabia o que mais me tremia, se os cabelos a brisa de te esperar, ou as pernas por desconhecer, quem eu iria um dia me apaixonar...
Eternidade, aquele momento, que marcou perfumes, suaves mãos, olhares firmes, palavras simbólicas, a rouquidão do suave te adoro, um lugar que já nem me lembro, ao qual já voltei mil vezes, não para ir, mas para me lembrar. Tudo foi a perfeição de um amor, o que era brincadeira, virou amor, que pena, pra mim, apenas, contentei-me em viver por dois.
Hoje? Hoje só me sobra deixar nas entrelinhas o que de mais importante me aconteceu, aprendi a ver que tristeza não é o final de tudo, é o começo do amadurecimento, hoje apesar de tudo, ainda te vejo quando fecho os olhos, sou sim a eterna "pequena" boba.
Um dia desses me envergonhei, a vodka me ensinou o lado ruim de amar, me vi sozinha, você com outra, me cortando o coração com uma faca cega, encontrei um qualquer, e chorei, ao soluçar, repeti mil vezes a história de amor que só eu vivi, pensei estar ficando louca, mas me disseram que a verdade vem quando estamos fora da razão.
Queria não ter coração, queria te julgar como todos julgam, queria não ver o lado que me aproximou, queria nunca ter te conhecido, queria que o aniversário não tivesse existido, queria cancelar todas as músicas, as palavras, essas eu queria calar, mas é impossível fazer qualquer coisa quando se está atada a um você, nas cordas do eu.
A tua voz, ainda que longe, ainda que nada dito pra mim, faz meu coração, este bobo irregular, bater, sim ele bate, queria que estas palavras chegassem pelo vento através do meu perfume até você, nunca teria coragem de falar, pelo menos não na sua frente, lembro do e-mail torpe, respondido com um sobretexto torturante. A promessa no final, que jamais você cumpriu, por causa dela, o eu, ficou sem o você, e hoje nem sei mais o que seria amar, pelo menos amar a um outro você, tendo-te tão presente, nas entrelinhas das minhas músicas prediletas.
É, que medo, mas ainda te amo.

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Arte

Como definir a arte? Como poder expressar em reles palavras o simbólico significado de arte? 
A coisa mais complicada do mundo, talvez até inexplicável, pois arte é tudo aquilo que ao olhos nos é belo, rico, e impressionante, até mesmo para leigos olhos, a arte é algo tocante, é o encontro do singelo sentir, com a inteligência de ser.
Arte, Ah a arte, o que seria ela? Um respirar de sublime beleza, um tocar interno que agrada aos bom vistos, um "que" de sabedoria, uma interpretação da alma. Faz sentido se gostar da obra mais complexa, da obra mais estranha, pois tudo aquilo que nos representa traz consigo um significado que nenhum outro pode dar, cada um com seu pensar, cada um com seu sentir, uma alma não pode ser dividida naquela opinião.
Vejo a arte como um sangue, como uma veia que alimenta egos, pensamentos, histórias e até mesmo paixões, momentos, até.
Uma bela peça uma vez me chamou atenção, nada demais, apenas uma moça, uma senhora gorda, que em um vestido até desleixado, deixava seu olhar pousar ao nada, um horizonte que somente ela via, lembrei-me de mim, quando amei pela primeira vez, amei, sim amei, e fui decepcionada.
Mas aquela imagem me lembrava o horizonte que eu passei dias olhando, sentada na minha janela, e até mesmo no terraço, apenas imaginando o que poderia ter sido tão contundente para tudo ter dado errado, um horizonte que apenas eu via, que eu sabia olhar com um ângulo agudo de quem procura uma resposta sem tê-la. 
Assim traduz-se arte para mim, é tudo aquilo que lembra o mais simples momento, o mais doce lugar, até mesmo uma piada, um sorriso que deixei escapar, sim é um sentido de mim, por dentro e por fora, arte é tudo aquilo que me toca, que me leva além do céu que parece limitado.
Amo a arte seja como for.
 
p.s. esta não é a escultura que vi.

domingo, 16 de outubro de 2011

It's like a dream to me



Muitas vezes falar de amor é fazer uma oração, pedir aos céus que lhe deixem ter o poder de sentir, que tudo vire flor, que as dificuldades encontrem solução, que tudo de mal se afaste, apenas para ver o sorriso do outr,  iluminado.
Quando temos alguém, nada mais é que divino ser, tudo se transforma em sublimes momentos, e acredite, milagres acontecem, nada mais é que a força de amar, a fé em que tudo pode se transformar e ir para um rumo melhor.
Feliz dos que acreditam que o amor move o mundo, a mínima briga se apazigua com um olhar diferente, um toque macio, até mesmo uma palavra sem nexo, é como se fosse o calor, esperado diante do frio. O que é a felicidade se não o amor encontrado nos mais míseros detalhes, o que tem em mim explode cada vez que imagino, apenas dois segundos contigo.
Falo besteira, até me limito, as vezes deixo fluir, mesmo sem resultados, o que seria de fato sentir isso? Seria nada mais que ver o milagre de encontrar a felicidade ao lado de uma pessoa que a tempos atrás nem existia. 
Em palavras desconexas eu tento encontrar um significado, até meio xulo, pra te falar o quanto é importante pra mim ter pelo menos o seu sorriso ao meu lado, o quanto é bom ter uma conversa chata, o que me faz feliz não é te ver feliz, é saber que um dia pelo menos algum sorriso seu foi motivado pelo meu...


quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Vivo



Vivo para dizer que ainda é possível realizar alguns desejos insólidos, para fazer acontecer planos infundados, até mesmo falar palavras fora do vocabulário, não me permito ser igual, me permito ser diferente, única, mas com toda certeza não sou a única. 
Mais uma talvez, sim mais uma sempre, sempre que me deixo levar pelo impulso de viver um momento idiota, e prazeroso, sim eu sou unicamente mais uma nas mãos de mais variados fatos, e fatores. Só mais uma única moça que exibe por ai um belo quadril, e um par de pernas dançantes.
Me pergunto se ser diferente é normal, sim é perfeitamente normal, diria até saudável, mas para a visão estática de mundo que muitos possuem, nossa, como sou diferente, como faço coisa errada, pecadora de pecados impensáveis.
Sim, eu deito na cama e ganho fama, eu não deixo que me coloquem em uma cadeira elétrica, eu mesmo faço o choque de sociedade, de realidade e até mesmo na verdade eu ponho alguns volts. Faço meu tempo, mas nem sempre é compatível com a paralisia de uns e com a hipocrisia de outros, até mesmo não pode ser igualado ao sublime modo de viver de uns tantos rabos presos.
Porque é demais querer um amor pra vida toda? Um casamento duradouro, planejar uma festa, e mesmo assim ser moderna, ser adepta do faça, "só não deixe-me saber". Isso é ser uma mulher moderna? não isso é ser mulher inteligente, e por conta disso o preço que se paga é quase uma mega-sena só pelo fato de não me submeter aos primórdios machistas de uma sociedade mediocremente hipócrita.
Sabe, uma hora cansa, sim é cansativo se ter um, outro e mais algum, nunca ter ninguém, sempre esperar pela próxima cantada, escolher se vale a pena cair, escolher até se deve-se cair, pois o fulano é assim, o beltrano é assado, e todo mundo acaba na mesma panela da idiotice de se deixar levar pelo momento, uns eu voltaria e mudaria somente o quadro na parede, outros eu nem ousaria pensar que existiram.
E assim fica aquele desejo de ser algo mais, o desejo de ter o de menos, mas o de melhor.

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Atração

E foi assim, de leve, como um sopro, um vento sem força, foi assim que provou-se a doce sutileza da sensualidade oculta, um par de pernas, uma boca flamejante, um desejo de sim, rodeado pelo não, mil pessoas na esquerda, duas na direita, meia hora sem fim.
Sorriso amarelo, olhar intrigante, subiu calor onde era somente frio, nada mais era do que um eu rodeado por um você, atrapalhados por uns outros. O infinito sentir, o caminho foi aberto, as cartas estavam na mesa, blefe não era mais necessário, conquistei assim um homem, com um personagem, acredite na mulher maravilha, não mais na barbie.
Seria demais, e até mesmo proibido, mas quem deseja busca, não deixa pelo meio do caminho, levanta da mesa, peça para ir embora, leve-me com você. E não pergunte mais nada, cale-se, o resto deixa que o destino, com mãos eróticas, se encarrega de moldar.
Chuva, vento, trovão, e escuridão, passeio por uma pista onde o fim já bem se sabe que nos reserva uma mágica bem maior que o remoto tempo de espera. Esperei, precisei, pressenti, e o dia chegou, tão rápido e diferente, tão envergonhante e majestoso, um não, um talvez, uma série de dúvidas até que se concretizasse a verdade, que nós buscávamos.
Um desejo, profundo, um querer......

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Acontece

Talvez eu passe muito tempo sem sentir, talvez, até, eu não tenha tanto gracejo com as palavras, vai ver o amadorismo me impede, ou quem sabe a única fonte de inspiração que me restava, se foi de vez, se despiu de mim, levou consigo todo o sentido de juntar letras.
Sem saber o que dizer, permaneço calada, mas como ser humano tenho dupla personalidade, uma que ama, que desacredita nas palavras que machucam-no, e um lado social, um lado macabro que me leva a pedir que o mundo o condene, que o levem a forca.
Do meu violão não saem mais notas, na minha coca-cola não há gás, a cerveja congelou, e o whisky perdeu o sabor, sem um você para meu eu, tudo anda tão nebuloso, tudo fica sem rima, a prosa fica inquieta, não combinam as notas musicais.
Saio para ver o mundo, ele se esconde, me impede de chegar perto cada vez mais, o que é pior, ou melhor, pois assim é sempre mais difícil o acesso a você, antiga angústia de apenas ter te perdido para outro coração, mas é maior a dor de te perder para o mal.
Ensaio no espelho a conversa que já não me é certa, mas ensaio, falo pra mim, olhando a sua imagem no fundo dos meu olhos, vejo o seu sorriso, e te falo, vai, eu estou do seu lado, brigo, peço explicação, mas deito do seu lado, e apenas sinto sua pele, a mais leve pluma do amor, o amor que de mim foi tirado, em espaço físico, pois quando se há verdade, o sentimento prolifera, inconstante as ações.
Sem ponto final, sem saber se isso merece um fim, ou mesmo se isso existe, sei lá, não quero pensar isso me causa uma série de dores, mas fique sabendo, eu já não choro mais, eu penso e rezo, peço aos céus, até mesmo aos orixás, que lhe deêm o máximo de luz, de coerência, pois como não o posso fazer, em transmissão de mim, devoto-lhe amor eterno.

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Teresina, vista de Dentro

Paro para ler hoje um texto que parecia-me ser mais uma brincadeira de um amigo no facebook, mas ao final da leitura, vi que este texto merecia ser passado pra frente.

Minha Vida nos anos 90 em Teresina


No começo dos anos 90 ainda tocava música lenta na boite Matrinchan. A enciclopédia Britânica era o que mais se aproximava do Google e a internet não cabia nem nas imaginações mais desvairadas dos menos contidos.
Pensar no futuro, naquela época, era pensar em carros voadores e teletransporte. Não fugia muito disso. Celular e Big Mac não existiam. Eram coisa de mais futuro ainda. Eu tinha, porém, um relógio que calculava. Era fabuloso. Entre as tecnologias mais inovadoras que eu conhecia, estava o forno microondas da tia PEPETINHA que nem prato giratório tinha.
A lambada virava coisa do passado. A música eletrônica, então chamada de “balanço”, invadia as rádios e os carros dos plays. Na falta de outro lugar, eles se encontravam em posto de gasolina e nos milhões de trailers em Teresina. O Mister Pizza era a maior novidade do mundo. A galera adorava. Os pais da gente, nem tanto. Queria que aprendêssemos a comer pizza com as mãos mesmo.
Shopping? Só promessa. Por favor, não me obriguem a chamar o Balloon Center e o Jockey Center de shoppings. O cinema do Balloon passava os filmes depois de uns 6 meses ou mais que eles passavam no circuito nacional. Era uma salinha mequetrefe. Muito melhor era jogar bola nas quadras do 25 bc.
Para entrar era um empurra-empurra dos diabos diante do portão de ferro branco encardido e trancado. Lembro do Ostiga Jr. gritando certa noite: “abre o portão! Tem criança aqui. Tem gente passando mal!”. Uma menina desmaiou e o portão ficou onde e do jeito que estava.
Hoje eu critico, pois é muito fácil, mas eu lembro bem da alegria ao mentir a idade e assistir escondido ao filme em que a Sharon Stone cruzava as pernas. Naquela época a felicidade tinha contornos mais afáveis.
Aos domingos era Paralelo 33. Paredes pintadas de cal, pedra de fogo e brita no chão. Tudo muito simples embaixo dos pés de manga e o piri-piri com passos acelerados trazendo o espeto com a picanha. Eu bebia guaraná York para ganhar uma bicicleta na tampinha premiada. Eu comia frutilly para ganhar outro frutilly no palito premiado. Eu gostava do limão Brahma e do gato Félix. Me zangava quando as figurinhas do saco eram todas repetidas.
O tempo passou e muito. Vou dar um fast forward >> Phantom System >> computador 386, 486, 596 e Pentium >> Startac >> Chroma >> Mega-drive >> Super Nintendo >> Nintendo 64 >> Playstation 1, 2 e 3 >> Iphone >> Nintendo Wii >> Iphone 3G >> Iphone 3GS >> Ipad >> Iphone 4 >> Ipad 2 e logo logo o Iphone 5.
Hoje, dia 01 de setembrode 2011, o mundo é outro e eu também. Acordei vendo as notícias que me interessam pelo Google Alerts, chequei meus e-mails pelo celular, os recados do Facebook, as últimas no Twitter e fui bisbilhotar a coluna do Péricles para conferir se a foto que ele tirou já estava LÁ....Leio o portal az,cidade verde,meio norte,gp1,ai5 piaui,o dia,diario do povo... 

Por  Marciano Valério Arraes. 




segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Alegria

A incessante alegria de ser, de ter, e poder....
Alegro-me porque sou assim,
Ciente de mim, segura das minhas razões,
Devota das santas convicções,
Feliz pela minha educação,
Faço de mim um escudo de maldades,
Faço de mim um para-ráio de verdades,
Tenho rompantes de delicadeza,
Mas nada se compara a escolha das minhas certezas.
Alegro-me porque tenho em mim,
O divino sopro de bondade,
A fé incessante na verdade,
Um amor para a vida inteira,
A vida sem eira, nem beira,
Os caminhos, talvez, traçados,
E acima de tudo tenho segredos inviolados.
Alegro-me por poder,
Ser livre de grades de preconceito,
Voar com asas próprias,
Ter nome e não representar pessoas
Poder amar e ser amada,
Poder sofrer e me livrar,
Poder desistir e me orgulhar,
Poder, acima de tudo, ser feliz.
Ver o mar e chorar,
Misturar meu corpo ao dançar,
Deixar me levar na simples alegria de ser uma pessoa, que tem alma, e que pode tudo com fé.



quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Um Dia

Sem saber entrei por uma porta,
Sem ver a pergunta dei uma resposta,
Fui por um caminho sem volta,
Tentei entrar no mar, mas só consegui ficar na encosta.
Fui, até um além onde não havia ninguém,
Um além de mim onde pensava existir um você,
Onde tudo era bonito
Onde deitei-me na relva ao amanhecer,
Ouvi um acorde,
Dedilhei um piano,
Fiz música, sem letra, fiz rima sem poema, fiz amor sem alguém,
Fui coração em eternidade,
Queria sentir alegria, corroír-me de saudade,
Chorei ao ver o longínquo mar,
Lágrimas se misturaram ao sal, aos rochedos,
O espelho me mostrou bela, mostrou o que eu queria que todos vissem,
Dentro eu estava feia, dizia até irreconhecível,
Perdi uma hora, talvez um ano, perdi tempo,
Olhei para trás, vi um vazio,
Senti Calor, Senti frio, senti vontade,
Acabei com a esperança, venci a prepotência, continuei obsoleta,
Em mim ficou amor, lutei contra o ódio e o rancor,
Ao fim do dia, deitei-me na varanda,
Em brisa leve e longa, senti que assim mais um dia se foi, sem que eu vivesse.
Vou continuar aqui, ao olhar das estrelas,
Ao som do silêncio da lua, a luz da meia-noite,
Refazendo meus planos, recordando meus rancores,
Secando lágrimas em lençois,
Dizendo ao coração que amanhã tudo muda
Que eu acordo, e vou a Luta.


quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Solidão.

Me persegue uma falta imensa de vontade, uma falta de algo que nunca foi meu, uma falta daquilo que nem sei se realmente existe, uma falta, simplesmente.
Caracterizo inferno astral como um momento, passageiro, que dura um certo tempo desnecessário, que não vem com ensinamentos, mas derruba os fracos com sua insegurança, traz consigo uma tristeza, que parece não ter sentido, ou sequer motivo.
Coragem, eis a palavra que se faz antídoto contra o astral infernal, mas esse remédio as vezes custa caro, e não tem o efeito esperado, ou vai além do limite e nos deixa anestesiados e impotentes a certas coisas, e acontecimentos.
Conspiram ao meu declínio, acho isso, o mal humor se tornou meu mestre, a cara feia meu sorriso, recorrer a fé já não me faz mais sentido, mas mesmo assim, ainda acordo amanhã pra ver se tudo muda, ou se continuo me deixando levar por uma coisa que nem sei explicar.
Um marasmo, um toque suave de jiló ao fundo da garganta, um doce de cachaça, aos sair do alambique, um profundo desgosto em tudo, as besteiras ditas, e ações mal interpretadas. Podia pedir para que o mundo se afastasse de mim, me jogasse em uma dimensão pra lá de marte.
Cometendo erros, em minha inquietação, deixo os pensamentos moldarem meu eu, meus passos ainda por marcar nas areias, já dizem para onde querem ir, marcam um destino que ainda me dá medo, que ainda me causa calafrios ao pensar que posso caminhar léguas e chegar ao mesmo lugar dantes navegado.
Traço aqui a solidão, a amiga certa das horas incertas, a mais verdadeira e silenciosa mulher, a mais companheira e fiel, a que nunca mente, a que abraça com força e demora a soltar, a que não quero vencer, pois com ela salvo-me de muitas, sem ela entro em outras tantas, quantas piores, solidão, eis aquilo que não sei explicar, que me faz falar coisas sem pensar, e que traduz dentro de mim, a língua da alma, para que eu possa transmitir ao mundo, que eu agora me recolho a uma redoma de aço, pois a de vidro resolveram quebrar com palavras pesadas.

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Saia.

Encontrei em mim o que faltava,
O pedaço do caminho que eu ainda nem arriscava,
Deixei em você a ampulheta do tempo,
Sai da sua vida nesse momento,
Saia de mim, deixe-me partir,
Serei alegre e poderei sorrir,
Cansei de chorar,
Ninguém aguenta mais o meu lamentar,
Minha inteligência aflora toda vez que te esqueço,
Paro e penso, é isso que eu desejo,
Quero ser livre, quero voar,
Vou voar, vou dançar, vou cantar e ressoar
Saia de mim, leve o que quiser,
Mas me deixe para receber o que vier,
Vai embora, te expulso de mim, assim como um exorcismo,
Tiro você de mim, assim como tiro do olho um cisco,
Choro, mas nada mais que apenas uma leve irritação,
Isso acontece quando tiramos alguém do coração.

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Posso...

Posso ir e vir,
Posso chorar e sorrir,
Posso lamentar o distante,
Posso pedir um instante,
Posso ser e viver, 
Tenho que ver para crer,
Posso ser calor e ser frio,
Posso mergulhar no amor, ou em um rio,
Posso sentir e calar,
Posso gritar e nada falar,
Posso mais, ou menos
Posso ser só um sol ameno,
Posso crescer , e amadurecer, 
Posso regredir e nem reagir,
Posso continuar e esquecer,
Posso ao longo de anos permanecer, amando você.
Mas posso enlouquecer,
Posso ficar sem te ver, 
Posso voar com liberdade, 
Posso nos deixar em eternidade, 
Posso te mandar para longe, 
Assim como também posso, correr ao longo de um horizonte.

Orgulho de não ter preconceito.

Foi criado o orgulho "Hetero", fiquei intrigada, meia dúzia de homens dizendo que sentem orgulho de levar um mulher pra cama, pelo menos foi isso que a manifestação me soou, mas na verdade acho que isso seria Orgulho hipócrita.
Podem inventar mil e uma nomenclaturas para diferenciar, homens e mulheres com gosto, opção e coração diferentes, seja como for, mas nunca vão poder diferenciar, o amor. Mas como tacanha, e obsoleta é a nossa sociedade, um grupo ainda vai surgir para gritar que orgulha-se de ser um animal.
Pessoas que agridem gays, mulheres, idosos, ou que dentro de seu coração possuem um certo preconceito mesmo que seja pela cor dos olhos, vão continuar afundadas no mais terrível marasmo da ignorância.
Ignorante, palavra chave para descrever quem pôs o dia de hoje, como o do orgulho Hetero. Pelo que se aprende em livros, etc, todos somos iguais perante o céu e o inferno, não há escolhas, a não ser as escolhas que nós fazemos, as ações xulas que venhamos a cometer, isso sim pode levar-nos ao inferno, e nem é preciso morrer para que se chegue lá.
Deixo a indignação, de uma pessoa que não ver diferença no amor, pois seja gay, seja hetero, seja homem ou mulher, o amor está presente em todas as relações, e sem amor a vida é só mais um dia que você de abstém de aprender.  Educação, é o que falta a muitas pessoas que se dizem participantes de nossa sociedade.
Sociedade que diz que esconde seus preconceitos, mas isso continua errado, pois ele não deveria nem existir, escondê-lo é provar que ele existe, e que apenas é dominado pelo medo. Agora que inventaram o tal do Orgulho hetero , só vou dar moral quando alguém, como eu, disser que tem orgulho de não ter preconceito.
E vale lembrar que se formos traduzir a palavra gay , ela significa nada mais que ALEGRE, ou seja eu sou GAY, mas não beijo mulheres, não faço sexo com elas, mas respeito as que tem a sua vontade, o seu amor, respeito, assim como elas respeitam meu espaço, não é feio, não diferente, é apenas amor. Fica a dica de diminuir o nível de ignorância, a respeito de pessoas homossexuais.

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Reticências

Eu até peço para voltar, eu peço pra esquecer, quero de volta, mas será porque?
Não tenho Porque, só que ao fundo me bate um arrependimento quando digo volta, quando quero ficar de novo, me bate a insegurança, me vem as drásticas lembranças das mensagens de desaforos.
Os choros comprimidos, as dores sentidas, o céu negro, enfim, já não tenho tanta certeza, de sim, mas creio que o não me domina.
Hoje acordei, e acho que não só para um dia qualquer, mas para um dia novo, uma vida nova, um novo balanço, e uma nova esperança, é, já não faço mais questão de você, um ponto final?
Não gosto de pontos finais, sempre deixo as histórias nas reticências, prefiro deixar o texto da história, em continuação, mesmo que não haja um eu, ou um você ao fim de tudo. Não canso de me olhar, me sentir, sentir que dentro de mim, lavada está a alma, de líquido lacrimal.
Boa noites de insônia, boas noites de dores indolores, boas noites de um eu perdido, de um você consumido, de um nós adormecido, e um dela, ainda para ser vivido.
A solidão, a fiel amiga, ela hoje resolveu me abandonar, resolveu deixar aqui a felicidade, a leveza, as plumas e os paêtes que eu havia esquecido, no canto onde também estava os sapatos de oncinha. É, ela foi , me deixou, agradeci a companhia, mas não sei se quero tê-la de volta, pois sombria foi sua estadia em meu peito.
Assim fica resumido, que esqueceremos o que passou, que eu pedirei para que não em deixe, mas que na verdade peço que vá sem olhar para trás, que siga para onde não posso mais vê-lo, que seja feliz, que a solidão nunca lhe encontre, mas que fique longe, de mim.
Se eu disse talvez, encare como um um dia pode ser, se for isso, encare como um nunca mais.....
Finalizo aqui a nossa pontuação, deixo em reticências, o parágrafo final, de uma história com começo, um meio conturbado, e um fim trágico.
Vou continuar me escondendo, mas não da luz, e sim da escuridão, um motivo para sorrir, este dia me deu, um motivo para achar graça sem o nariz de palhaço, um motivo para voltar e escrever mais duas linhas no livro que acabo de escrever sobre nós dois....

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Just wanna be happy, yeah!



Não posso ter tudo neste mundo, mas de fato o que quero? Pergunta a qual mudo a resposta todos os dias, inquietude, seria  a palavra correta para meus desejos, mil e uma pessoas me vem com a célebre e velha história, de que ainda é pouca idade para querer algo concreto, mas porque[?], se em anos atrás quando se tinha minha idade todos eram médicos, doutores, mulheres de tanque, e mente bitolada a uma vida pacata e parada de erros, acertos, deveres, e regras?
Não, eu não posso ter tudo, sempre que fizer uma escolha a outra opção vai ficar para trás, e talvez a que escolhi hoje nem seja de fato a que irá me fazer feliz, posso querer voltar atrás e pode ser, também, que já não exista mais a segunda opção.
Mas o hoje, esse é o meu problema, este é o momento da minha solução, sim eu já decidi, e decidi ontem, o que não seria correto, pois hoje é um novo dia, mas a verdade é que sempre carreguei comigo, a opção de amar, sim de me deixar levar por um amor, que mesmo em sua turbulência, ainda vive, mesmo que a sua distância ainda sobrevive, e mesmo com toda maldade a ele incubida, ainda se mostra amor.
E afinal, o que fazer quando eu tomo a decisão de ficar? Não sei, muitos perguntam se vale a pena, outros dizem que se for verdadeiro volta, há ainda pequenas preces e desejos de felicidades, mas afinal o que quero com tudo isso [?],  em me anular para alguns, em me deixar fechar para outros, de fato, em me "aboletar" em uma cadeira na espera de um dia o mundo acordar de sol azul, de nuvens cor-de-rosa, e que minha campainha toque em sinal de um presente, trazido com uma rosa [?]
Não sei, e já cansei de me questionar, já escolhi, sim, e daí[?], deixei mil e duas opções para trás, vou me arrepender, pode ser, ou posso ser bem feliz, e mostrar ao mundo que valeu a pena, não sei, e essa dúvida que para muitos é cruel e cortante, pra mim, em especial, é dolorosa e excitante, dói não saber o que será de amanhã, se eu mudar a idéia e provar que sou uma sem futuro, pelo menos sem perspectiva do mesmo, excita porque não sei se o meu telefone vai tocar, ou uma notificação em rede social vai surgir, a velha dúvida, do "pensa em mim?" [.]
Depois que decidi, e daí se me machucar, se chorar novamente, se tiver mais uma dor? Tudo que vem pela vida, são ensinamentos, a vida é uma mãe, na qual nos deixa livre para escolhas e que deixa também que nós nos castiguemos, pelas ações mal feitas, e pelas reações assombrosas que temos quando ela coloca o fácil e desejável a nossa frente, e como meninos birrentos, jogamos tudo no lixo.
Eu só quero ser feliz, seja com escolhas erradas, seja esperando um amor que nunca vem, e que hoje está longe, seja perdoando uma pessoa de índole duvidosa, seja la como for, felicidade, essa é a minha escolha para daqui a mil e umas perguntas.

sábado, 23 de julho de 2011

Aos amigos.

Amigos, promessas não são dignas de mim, desejos já não me fazem bem, pedidos só tenho poucos, simples e até mesmo, de deixar os que mais amo sob tristeza imediata.
Assim que minha alma transbordou amor, fui digna de deixar que o mundo soubesse, o que se passava, e assim que esta mesma, transborda de dor, deixo a pegada na areia, para que cheguem até mim, mesmo apenas que seja para ouvir um sonoro "Me deixem sozinha!" , mesmo que seja para sentar em uma pedra para ouvir meu cair de lágrimas ao mar, também salgado.
Volto, assim como disse antes, ao luto, ao que nunca sai, ao que nunca deveria ter entrado, ao que escondi até hoje, a dor me persegue, me deixa sem visão, meu coração se fecha uma vez, e para não ser mais aberto, uma pessoa que canta meu eu se vai, uma que conquista meu ser, me machuca, uma que conheceu meu possuir, me deixou....uma que me fez bossa, desapareceu, e assim, junto com o que de fato nunca foi meu, ou que sequer tenha existido, me findo, em ser, em estar, em querer me doar.
Sabe o que fui? Uma passionalidade, onde eu me doava demais, me fazia demais, me deixava ser demais, nunca dei espaço a amim, somente a beleza de onde vinham todos que estavam comigo, de onde vinham os elogios que eu fazia de conta não crer que fossem pra mim.
Precisou conhecer alemão, com sua bebida mágica, ou portergaistica, que me revelou o que fazia de mim, o que era tudo aquilo, se não hormônios aflorados, precisou doses daquilo para que eu chorasse de verdade, com dor, com sabor, com saudade, e com raiva, precisou aquilo me dar uma dor de cabeça para saber o quanto me doe, o amor inválido, os amigos falsos, e como uma beleza pode ser destruidora de gente.
Aos amigos, peço orações a SSKali. orações ao luar, pouco choro e pouca vela. um tipo assim, choro de dia.....sonhos a noite, aos AMIGOS, eu peço, força, sem fortaleza, dor com corpo, perdão com a alma.
Voltei ao luto, e deixo uma vida em luto, pois assim como calou-se a minha voz externa com uma ida sem resumo, me vou sem pontuação, deixando apenas as reticências de continuação....

J.C.

Quando se cansa de ficar em uma fortaleza eterna, quando se cansa de ser um símbolo do que não é, quando,  de fato, você não é nada do que aparenta ser, quando não é aquilo que gostaria, que faria feliz o seu eu.
Hoje, um castelo se finda, uma maré apaga o texto na areia, uma lua mingua, e uma estrela se apaga. Fazer pedidos ao céus, orações aos deuses, oferendas aos orixás, choros escondidos, sorrisos falsos, uma falsa patente alta, enquanto apenas dentro da mulher mega forte só existe uma menina, nada adianta, um peito se fecha, um sorriso se apaga, um amor se enterra. [junto comigo]
Ao luto eu volto, luto ao qual eu nunca sai, desde aquele dia em que nada mais me fez sentido, ao apenas ler letras distorcidas em questões simples de despejar verdades por e-mail. O fim, o fim de mim, de você e de tudo que em mim foi vivido, planejado e em partes, sonhado.
Sai de mim, o amor, o maior amor que poderia dar a quem merecia, pois não fui credora, de que houvesse pessoas que não pudessem ser dignas de amor, perdão e sorriso. Abrace-me a distância.
Em seu pensamento quero ficar com o melhor de mim que houver, em meu pensamento levo comigo o melhor de você que puder ter, a música, a melodia, a letra sem rima, e trejeito desajustado.
Assim, meio sem o que dizer, falo somente de amor, insuportável, grande, demasiadamente pesado ao meu peito já cheio de você, de eu, e de outra pessoa que já nem faz tanto sentido...
Assim volto ao luto, ao negro, ao luar sem estrelas, ao som sem ruídos, ao eu, aquele eu , oco, sem alma, sem vida. já disse demais que o amava, chega!
Eu te amo, e isso não lhe dar direito de ser rude, indiferente, mal, e canalhamente homem.
Somente amar.

domingo, 17 de julho de 2011

Querido Amor


Me faça ir a lua,
Me faça caminhar sem rumo pela rua,
Me faça sorrir, 
Me faça dançar até cair,
Seja meu amor, 
Cure a minha dor,
Sinta saudades, 
Te deixo em liberdade, 
Meu amor, meu querido amor...
Palavras para que, poemas sem porquês
Simetria sem ver, um vazio sem você.
Me leve até a lua, 
Me deixe ser só tua, 
Me deixe viver com você,
Me deixe pelos campos correr....
Para que serve o meu coração pela metade, 
Lembre-se que de mim levou a mais importante parte.
Meu amor, meu querido amor, deite-se na cama
Deixe-me, que por você é que meu coração canta, 
Olhe para o céu, veja a Lua
Veja até onde posso chegar, com as asas que seu beijo me deu.
Meu amor, meu querido amor.
EU TE AMO.


Amor.

Chorar não te traz de volta, sofrer só me faz mal, deixar que tudo continue como está me destrói todos os dias, as trevas tem que se acabar, a luz tem que vir a brilhar, no sol que recobre meus dias, na lua que ilumina meu caminhos, nas estrelas que fazem o desenho do meu amor.
De amor, por amor, eu me faço, eu quebro a maldade, que me afasta de ti, eu queimo no fogo da minha paixão, as palavras que foram ditas em vão, as inverdades que sangram meu coração.
Dentro de mim não cabe mais dor, só cabe amor, amor forte demais para mim e para você, amor que em sua fortaleza, te tirará dos braços malignos da maldade, não entendo como pode ser má a pessoa que diz um dia amar.
Verdade deveria ser uma coisa natural, nada banal, nem difícil de falar, Bondade não deveria ser coisa para impressionar, amor não deveria ser material, deveria ser carnal, deveria ser sempre encaixado, e correspondido. 
Quem disser que amo por amar, não sabe o meu verdadeiro gostar, a ti dedico, minhas orações, a mim dedico as nossas velhas canções, ao meu coração sobra a nostalgia, a saudade que me guia, de volta ao tempo em que nada nos atrapalhava, em que nada era tristeza só alegria.
Que então volte o que é meu, então que se vá o que não é seu, então que seja feita a vontade de Deus, e que saibam que tão somente amo, como me dou de coração e alma, pois o corpo, já não faz tanto sentido sem você.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Amor Livre

E se eu fosse uma bruxa?
E se eu tivesse poderes de hipnose?
E se eu pudesse te prender de alguma forma?
E se eu fizesse você morder uma maçã enfeitiçada?
Tudo faria você ficar perto de mim, tudo de você seria meu, nunca mais eu me preocuparia em te perder, em ficar sem teu sorriso, meu coração não iria sangrar de ansiedade, eu não iria chorar ao ouvir uma música, eu não teria medo de escuro, meu sonho seria realidade.
Mas, eu não teria você, eu teria o boneco que enfeitiçei, o menino que conquistei, o homem que eu amei, esse não, esse nunca estaria perto de mim, por amor, por completo, por corpo alma e coração, por afeto, por desejo, com o abraço e o beijo.
Seria só mais um marionete de prazeres carnais, não seria o meu amor, não seria o que de fato até hoje me conquistou, seria.....não sei mais o que seria.
Eu ainda rezo, peço, e imploro, que venha, por liberdade, por saudade, por amizade, que fique lá, onde está, por alegria, por amor, por verdade. Seja como for, que seja feliz, pois quando amamos de verdade nunca enjaulamos, deixamos livres, joga-se pra cima, se bater asas e voar, que seja feliz, se apenas pousar, que seja feliz, então, porque não, desejar....que seja feliz.


Ainda vai acontecer de novo....

Afundar...
Começo falando em afundar, ou deveria ser afogar, cair, dentro do que nem sei se conheço, um poço sem fundo, sem luz, um caminho com bifurcação, uma eterna confusão.
Depois de uma conversa vendo que não sou a única a sofrer por um tal amor, não fui a única que chorou, que ouviu Amy Winehouse e revoltou....
Não foi só eu....
Nunca fui daquelas que compartilha dores, sempre joguei ela na bolsa, ou debaixo do travesseiro, sempre chorei em cima dela, fiz de escada o dia, a noite, a madrugada, fiz de mim a rainha da insônia.
Mas vi que não foi só eu, nem nunca será, o ciclo vai se repetir, quando outra menina, hoje, amanhã, daqui a  cinco minutos estiver se apaixonando por um cara, mais velho, mais bonito, um cara somente.....
Vou ver a minha história, os meus personagens, em outros olhos, por onde passar, por onde morar, sempre vai ter um eu escondido dentro de meninas, que vão aprender da forma mais dolorosa que amar é o mover dos moinhos da vida, mas que se esse amor não for correspondido, os moinhos enferrujam, e mesmo que haja vento, sempre será brisa leve, nunca irá girar na força necessária.
E eu? Vou continuar sentada no terraço, ouvindo a Amy, tomando suco de laranja, relembrando que ainda tenho amor no coração, lembrando que assim como uma rosa murcha, eu despetalei, que outras roseiras vão se abrir, que o mundo vai girar, e eu ainda vou estar ali, sentada, com um texto por escrever.....e um fundo musical deprimente. 

terça-feira, 12 de julho de 2011

Quem...

Dizem que de beleza eu entendo, ou pelo menos a possuo, que de certo momento meu olhar se transforma, hipinotiza, seduz, enfeitiça, não sei ao certo, dizem que tenho uma alma pura, um perfume diferente, algo que não vem das flores, vem de mim, da pele.
Dizem tantas coisas de mim, à mim, mas ninguém sabe ao certo quem sou, quem quero ser, quem jamais podeira pensar em ser, enfim, muitos são os que falam, poucos os que conhecem a verdade, muitos são os sábios manejadores de palavras, poucos são os verdadeiros, que se dizem ser ignorantes ao manuseio de pontuações.
Afinal, quem sou de verdade, na verdade, e pela verdade, sou eu a mentira, pela mentira, e com a mentira? Quem sou eu? Ninguém jamais irá responder essa pergunta com absoluta certeza, alguns irão apenas arriscar palavras doces, outros palavras fora até do dicionário, e muitos outros irão oferecer críticas, em sua maioria, nada construtivas, mas será que tantas palavras são válidas para me personalizar, me personificar?
Perguntas, perguntas, respostas, respostas, pessoas, palavras, eu, e o resto do mundo, nada faz sentido não a quem não me conhece, ou seja nada faz sentido ao ser chamado ninguém, alguém, sei lá.
Sei apenas que posso ser considerada assim, uma mistura, no popular poético humano, uma Deusa, uma Bruxa, a rainha dos Lycans, a Vampira de amores, a Fada sem asas, verde, azul ou cor-de-rosa, um copo de absinto, um cálice de cicuta, um veneno, uma alquimista de pensamentos, uma menina, uma mulher, um doce, um amargo, uma cobra, ou um rato, uma vadia, ou dama, uma invejada, ou uma desejada, um sexo, uma guerra, um amor, ou um ódio.
Quem quer que seja, quem desejar que seja, uma essência e uma aparência.
Uma boneca com história, ou uma praia sem final......
Afinal, quem sou eu pra você........................................?

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Perguntar sem responder..

É preciso que exista mais eu que você, mais me que you, mais café no meu leite, mais fotos de quando eu era inocente.....

O que de fato é preciso para que de vez se aprenda a ser um ser humano só, sozinho, sem ninguém, para que nada me machuque, para que sangramentos só venham de cortes, para que coração seja só um músculo, para que pensamentos sejam apenas financeiros, para que amor seja apenas o título de uma música.....?
Onde jogar todo esse lixo tóxico chamado paixão, gostar, sentimento em si, para onde levar todos os destrossos do furacão chamado você, chamado história, chamado infinito, chamado MENTIRA?
Um turbilhão de perguntas me vem a cabeça, respostas passam despercebidas, tão insanas e tão transparentes que as vezes nem chego a vê-las, senti-las, ouvi-las, mas nesse momento para que respostas? Se nada que elas me dizem faz sentido, pelo menos não quero que faça, não quero que cheguem a ser o encaixe do final do texto, da fala, da frase.
Tenho medo, quero voltar a ser criança, onde todos falavam "bonequês" , as mentiras estavam nos livros do Walt Disney, e mesmo sendo mentiras todas tinham um final feliz, uma princesa realizada, a madrasta amedrontada, o sapo não era nojento, e o sapato de cristal não custava nada, o sono era tranquilo, com um beijo despertava, o cabelo era liso, forte e não bagunçava, eu era apenas a menina de vestido, que no quarto brincava, não sabia o que era chorar se não fosse por meras pancadas...
Quando uma história se repete a cada mês, a cada momento, a cada pessoa, onde está o erro, em mim por conquistar por um minuto e espantar por uma eternidade, ou nas pessoas que me veem como uma boneca grande, ou um mobile cafona?
Queria ter respostas para tudo, mas apenas, pelo menos somente apenas, consigo formular perguntas, sem causa, sem nexo, sem saber nem o porque de tanta pergunta, sem saber se ao menos existe uma resposta.

Uma história minha.

Sabe quando tudo que você mais deseja é que nada na sua vida seja como é, o sentimento de mudar tudo, de nem existir, ou melhor de não existir as histórias do passado, não viver um presente sem rumo, nem pensar em um futuro negro?
Sentimento que me assola neste exato momento, minto, sentimento que me assola à meses, à tempos, tempos que conto para que corram os minutos, dias que peço para que começem e terminem, segundo crença popular isso atrai a morte mais cedo, mas será que de fato não é isso mesmo que estou pensando em querer, a morte.
Não, não a morte corpórea, aquela que meias pessoas choram e cantam dentro de igrejas, não, a morte das lembranças, a morte das pessoas que passaram por mim, me modificaram, fizeram um passado ainda que jovem, cheio de recordações boas e más, as más em sua essência e clemência, maiores.
Desejo todos os dias o fim, o fim de tudo, e o não começo, sim, o não começo de mais uma história, a vinda de mais uma pessoa, ou de pessoas, peço para que não venha mais um decepção, onde já se viu dizer que decepção não mata, ensina a viver, quer dizer que tudo de ruim que acontece é plano divino para que possamos morar com tranquilidade  no inferno? Acho isso tudo muito confuso e nem quero parar para compreender, não agora, não hoje, não nesta vida.
Sofrer, dizem alguns que isso é opcional, mas será que de fato estes já sofreram, se magoaram, ou magoaram alguém? Será que já choraram de verdade, não por compaixão, mas com paixão, será que sentiram o peito apertado, uma noite sombria, um desejo de nunca mais ver a luz do dia, será? Não creio nisso, mas já que dizem, porque este conselho nunca se aplicou a mim (?), porque sempre ouvi dizer que não se deve esperar nada de ninguém, mas sempre acabamos esperando, seja um bom dia por educação, seja um beijo por pena, seja um olhar por pura curiosidade, acaba que sempre esperamos algo de alguém, ou esperamos alguém.
Hoje digo que sinto desejos, desejos de mudar, de não querer mais que exista, de não lembrar, de fazer tudo se apagar, mas acaba que só consigo escrever, sem sentido, sem rimas, sem métricas, sem pontuação, sem ler, só escrever, para ver se ficam guardadas aqui, as minhas memórias, e para ver se elas saem de vez de dentro da minha cabeça, o que seria muito fácil, já que pensa-se no que se quer, mas com mesma facilidade não conseguem sair de dentro do meu coração, de dentro da minha alma, queria que hoje não houvesse nada de novo, queria somente que algo continuasse, mas enfim, tudo que chega se vai, tudo que aparece some, assim é minha sina, assim devo conviver, crendices de que fizeram algo contra mim, tenho muitas, mas será que eu as deixo de fato me fazerem mal, ou será que eu mesmo faço mal a elas, e a mim?
Não sei, só sei que quero que tudo termine bem, ou então que não termine, que seja mais um rascunho sem arte e sem final.
P.S. desabafo!

terça-feira, 5 de julho de 2011

Faça um favor ao mundo: CALE-SE

A pergunta que irei fazer é mundial : Porque ainda existe gente para falar mais do lhes permite o latim? Traduzindo, Porque existe gente fofoqueira neste planeta?
Existem pessoas que só vem ao mundo para fazer o mal, e o pior mal não é jogar alguém de penhascos, nem deixar a mão nos rostos alheios, é no mínimo não saber usar as palavras, ou pelo menos não contê-las dentro da boca.
Acho a coisa mais abominável em um ser humano o dom da fofoca, do falatório desnecessário, da intromissão em assuntos que as vezes nem existem, mas que são criados e tomam proporção maior que a final da copa do mundo, ou quem matou Odete Roitman.
E o mais maligno não é a fofoca em si, é o ouvido que se dar a ela, é a confiança que ela adquire em pessoas de baixo calibre mental, pessoas influênciáveis e sem respeito a si, e ao próximo. Mas devo dizer que a fofoca, estraga quem a diz e quem a ouve, nunca se passa pelas cabeças de vento, que uma fofoca não passa de uma mentira lapidada, ou quem sabe até de uma verdade íntima, PORRA (perdão pelo palavrão), mas se é intimo, então porque raios existem línguas ferinas e cortantes a espalhar pelo vento coisas que nem lhe pertencem?
Fato é que, se existe fofoca, é porque a meia-dúzia de ouvidos de penico ainda se dão ao luxo trabalhoso de ouvir o que não lhes é nem de bom tom, nem de boa educação.
Deixo aqui a nota de repúdio, (e nojo) aos fofoqueiros, e aos ouvintes desta rádio que só toca sucessos fundo de esgoto!
Obrigada.
P.S. caso exista uma função chama chek in na rede social facebook, cada um diz onde quer estar,e  onde está devidamente, isso não cabe a ninguém publicar aos sete ventos, nem muito menos comentar que viu o mesmo em alguma outra publicação, faça um bem a si e ao mundo, CALE-SE!


sábado, 2 de julho de 2011

True Love ...(baseado em S.O.J.A.)


O amor, o que é de verdade o amor? Um sentimento de verdades, mentiras, certezas, e dúvidas, um misto de gostar, de tesão antecipado, de beijar o vento em brisa, sentir o pés fora da órbita.
Amor, assim como o ódio, não escolhe cidade, cor, formas, escolhe apenas o coração, falo do músculo, falo do desenho no caderno, falo do sangue, e da cor vermelha, falo do lápis de cor.
Sorrir do nada, para nada, fotografar com o olhar toda a infinidade do horizonte ainda perdido, despercebido, o pôr-do-sol ainda por se fazer, a Lua cheia ainda a minguar.
O amor, é para todos, é para quem nunca quis, é para quem sempre esperou, é para o passarinho, é para aquele buquê de flor, é para a avó, a empregada e o doutor. O amor é assim desmedido, sem referência, sem sentido, e sem vocação, cego, e as vezes analfabeto, pois ele não precisa ler, não precisa escrever, ele precisa ser...apenas.....
Quando seu corpo estiver vazio, o amor estará lhe mantendo firme, quando a fome lhe for forte, o amor será doce, quando você fizer pirraça o amor lhe será castigo.
Não fala-se apenas de homem e mulher, fala de pai e filho, fala de deus e você, fala de amor ao mundo, aos iguais, aos diferentes, e sobre tudo fala de amor a imagem no espelho.
Amor, só fale de amor, simples, sem concordância, sem medo e sem pudor, seja amor. 

O que foi....

Hoje, especialmente hoje, acordei com as recordações, mais fortes e com mais vontade de mim, mais ruins, com mais certeza que de fato acabou, uma parte pelo menos, acabou, mas que o mal ainda pode se findar, que tudo na vida é uma previsão, sorte, ainda posso mudar, ainda posso dizer chega, mas as lembranças, aquelas lembranças, me impedem, me sufocam.
Não mais quero ver o nome escrito na areia da bela praia, não mais quero ouvir a música que conta como é bonito ter um amor impossível, não mais quero sofrer por uma dor de dente não minha, Não, não mais, por favor.
Ser humana é viver em harmonia com os astros, e em desafeto com o coração, pois quando os astros dizem que não é mais a sua vez, o coração grita pedindo bis, mas já acabou.
Uma noite cinzenta, fria e longa, uma noite com brumas, onde minha visão só consegue alcançar aquilo que minha mente quer que eu veja, cenas do que foi bom, cenas do que poderia ser, cenas que a cigana me falou nas cartas de tarô, cenas que não mais vão acontecer.

Que chegue logo o amanhã, que as lembranças percam força, me deixem em paz, levem de mim aquilo que nunca foi meu, mas que um dia eu tive em mãos, aquilo que não é de ninguém, mas que hoje está em outro lugar, ao lado de outro alguém.
Que seja breve a madrugada dos amores perdidos, dos sonhos acabados, dos choros calados, da vida contínua....

domingo, 26 de junho de 2011

Eu falo de AMIZADE

Não importa idade, não importa o tempo, não importa a personalidade, muito menos a distância.
O que me importa é saber que em um lugar do mundo tem você, amiga irmã, mãe, filha e simplesmente ABRAÇO, felicidade é saber que existe um grupo, existe um eu fora de mim, por e para mim, que se preciso está ali, e se não, permanece no mesmo lugar, na mesma página.
Meu livro de memórias só tem capítulos importantes, pois cada página que escrevo, vem a mente as letras de um nome que por si, já se faz prosa, verso, simetria e alegria.
Meu melhor, meu eu, pedaço de mim do qual não consigo viver longe, longe não de corpo, de alma, sangue e coração....




 
Elise Jacob.

sábado, 25 de junho de 2011

A verdade para Homens (Por Arnaldo Jabor)

TODO HOMEM DEVE LER!!!!!!... Por Arnaldo Jabor



Todo Homem deveria ler...

"É melhor você ter uma mulher engraçada do que linda, que sempre te acompanha nas festas, adora uma cerveja, gosta de futebol, prefere andar de chinelo e vestidinho, ou então calça jeans desbotada e camiseta básica, faz academia quando dá, come carne, é simpática, não liga pra grana, só quer uma vida tranqüila e saudável, é desencanada e adora dar risada.

Do que ter uma mulher perfeitinha, que não curte nada, se veste feito um manequim de vitrine, nunca toma porre e só sabe contar até quinze, que é até onde chega a sequência de bíceps e tríceps.

Legal mesmo é mulher de verdade. E daí se ela tem celulite? O senso de humor compensa.

Pode ter uns quilinhos a mais, mas é uma ótima companheira. Pode até ser meio mal educada quando você larga a cueca no meio da sala, mas e daí?
Porque celulite, gordurinhas e desorganização têm solução. Mas ainda não criaram um remédio pra FUTILIDADE!!"

"E não se esqueça...Mulher bonita demais e melancia grande, ninguém come sozinho!!

As vezes só a Lua



Muito que acontece não é por acaso, é por causa, essa frase escute hoje de uma pessoa especial demais, e fiquei a pensar, se tudo é por causa, então porque acontecem coisas que nos fazem sofrer? Chorar? Sangrar?
Porque as vezes nos pegamos em situações que podiam ser diferentes, melhores, porque deve haver tanto sofrimento? Porque buscar o que não é para nós, permitir aberturas no coração para recepcionar quem não nos cai bem? 
Perguntas que deixam várias respostas soltas pelo ar, pela vida, e que as vezes nunca nem saberemos ao certo o que é de fato, mas uma certeza eu tenho seja lá o que for, o bom, o certo, o encaixe, está guardado, ali, no lugar que está longe de mim, ou perto, não sei ao certo.
Todos queríamos que tudo fosse mais fácil, em perfeito balanço, assim como uma melodia, de jazz, de blues, assim como uma música romântica, aquela que tem em suas letras a nossa história, a nossa vida, o nosso coração um dia destrossado, machucado, ferido e rebelde......
Tem horas que só a lua pode ser a melhor amiga de uma pessoa, pois ela sabe muito bem como é ser sozinha, e também como depender de acontecimentos para ser notada, para ser admirada e amada, para ser o astro maior, o sol já é intenso, já se faz presente, mas a Lua, a lua não, ela é um astro dependente de olhares, de amor, de afeição, de beleza, assim como eu, e muitas pessoas, aliás assim como todo ser humano, que carece de um sentir, de felicidade, pessoas que podem brilhar, mas que muitas vezes se apagam por caminhos errados, por fases em que perdem o brilho, a força e a vontade.
Então fica dito que as vezes, só a Lua na sua intensidade, no seu brilho, até mesmo no seu minguar pode compreender um coração seja ele qual for, e como esteja.......

Minha Vida de acordo com Frank Sinatra

Você é um homem ou mulher: Girl from Ipanema
Descreva-se: My Way

Como você se sente:
 That's Life
Descreva o local onde você vive atualmente:
 New York, New York
Se você pudesse ir a qualquer lugar, onde você iria? 
Moon River
Sua forma de transporte preferido:
Fly Me to the Moon
Seu melhor amigo: 
Barbara
Você e seu melhor amigo são: 
Boys And Girls Like You And Me
Qual é o clima: 
Blue Moon

Se sua vida fosse um programa de TV, o que seria chamado: Come Dance with Me
O que é vida para você: Crazy
Seu relacionamento: Day by Day
Seu medo: Good-Bye
Qual é o melhor conselho que você tem a dar: I'm Not Afraid
Pensamento do Dia: Little Girl Blue

Meu lema: Night And Day 

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Relembrei...


O dia em que você acorda, relembrando passado, este nem tão distante, relembrando palavras, pessoas, um coração feliz, por sentir diferentes impulsos de bater, por sentir carinho, afeição e cuidados de alguém que até outro dia era mero desconhecido.
O dia em que chorar não por ter perdido, chorar por saudade, por falta, e até mesmo por relembrar o mais sublime dos momentos, que um dia foram brutalmente interrompidos, pela inveja, pela mentira, pela distância.
Quando o dia está quase acabando e.....e vem aquela dor no peito, pela falta das palavras, da voz, do abraço, e até mesmo do olhar que diziam, minha pequenininha, ou Bebê, enfim, saudade daquele que um dia levou o coração mais puro, e que nunca mais devolveu, o coração que estava quieto, longe e boêmio, o coração de uma menina, que aprendeu com o sentimento mais puro, e até mesmo com mais ruim, a ser mulher.
Lembra-se daquela música que dizia em meias palavras que uma alma completava a outra, que os dois eram um, que ali além de homem e mulher, existiam dois amigos, dois grandes amigos, que até hoje levam consigo um segredo, que até hoje mesmo distantes, ainda nutrem algo, seja unilateral, mas duas pessoas que ainda se despertam.
Ah saudade daquele que um dia foi meu único e eterno amor. Porque amor de verdade, só existe um, seja ele quando for, seja ele qual for, seja ele do jeito que for, eu te amo , ainda, meu BEM.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Endorfina, seria aquele negoçinho que estimula as melhores sensações do mundo?
Se é isso eu digo que cada palavra, minuto e segundo é uma dose cavalar de endorfina no meu coração. Isso pode causar alguma doença? Não sei, só sei que ter amigos é o melhor que a vida pode lhe dar, faça jus aos que conquista, jogue fora os que não acrescentam, e se aproxime daqueles que um dia você teve afinidade.
É a melhor sensação do mundo ter um trio, um quarteto, um clube, ou um camarote, que seja, o importante é ter na vida, pessoas que em suas diferenças se fazem igualdades.