Como me deixa magoada a pessoa chegar e se dizer detentora de sentimentos verdadeiros, quando na verdade é apenas mais um mesquinho, ou hipócrita?
Sinto muita pena, de gente que não sabe o valor da vida, e dos sentimentos, pois acha que o dinheiro compra tudo isso, e ainda paga um coração, gente assim, acho eu, que morre seco de amargura e dor, minha mãe já havia dito, eu acho o fulano, muito sozinho, mas como pode ser amado, se acha que dinheiro vale mais que qualquer sentimento?
O ser humano tem que começar a pensar da forma que nada paga uma boa amizade, um amor de verdade, nada paga a sua alegria de viver, mas enfim até que uns e outros aprendam muitos ainda serão machucados...
Pessoas foram feitas para serem amadas, a vida para ser vivida, e as coisas para serem usadas, mas eu conheço uma pessoa que usa as pessoas, paga a vida e ama as coisas, o inverso de humanidade, o inverso de homem, ou mulher, o inverso de pessoa que tem coração ou sentimentos, o inverso, de mim, ou de qualquer pessoa que eu conheça e ame, mas enfim as pessoas machucam com as mãos as rosas que lhes foram dadas para perfumar o coração, esquecem que ali ainda existem espinhos, e que o amor de hoje perdido, poderá nunca mais voltar, pois aquele vento que passa por você lhe trazendo doce brisa, é sempre único mesmo em dias diferentes
O ser humano só consegue dá o devido valor aos sentimentos e as pessoas, quando percebem que já perderam a parte mágica, o encanto, enfim, perderam para sempre o que poderia e foi verdadeiro, por um simples motivo, DINHEIRO.
P.S. sinto pena!
Passaram..
terça-feira, 31 de maio de 2011
segunda-feira, 30 de maio de 2011
Por Tia Elizabeth Magalhães
linda Garota...de Berlim!
O amor é uma escultura que se faz sozinha. É uma flor inesperada sem estação do ano para surgir nem para morrer. Vai sendo esboçada assim ao léo: aqui a sobrancelha se arqueia, ali desce a curva do pescoço, a mão toca a ponta de um pé, no meio estende-se a floresta das mil seduções. Imponderável como a obra de arte, o amor nem se define nem se enquadra: é cada vez outro, e novo, embora tão velho. Intemporal. Planta selvagem, precisa de ar para desabrochar mas também se move nos vãos mais escuros, em ambientes sufocantes onde rebrilham os olhos malignos da traição ou da indiferença, e a culpa o pode matar. O convívio é o exercito do amor na corda bamba. Os corpos se acomodam, as almas se espreitam, até se complementam. Mas pode-se cair no tédio – sem rede –, e bocejar olhando pela janela. Inventamos receitas para que o amor melhore, perdure, se incendeie e renove... nem murche nem morra. Nenhuma funciona: ele foge de qualquer sensatez, como o perfume das maçãs escapa num cesto de vime tampado. Se fossemos sensatos haveríamos de procurar nem amar, amar pouco, amar menos, amar com hora marcada e limites. Mas o amor, que nunca tem juízo, nos prega peças quando e onde menos esperamos. Nunca nos sentimos tão inteiros como nesses primeiros tempos em que estamos fragmentados: tirados de nós mesmos e esvaziados de tudo o mais, plenos só do outro em nós. Nos sentimos melhore, mais bonitos, andamos com mais elegância, amamos mais os amigos, todo mundo foi perdoados, nosso coração é um barco para o qual até naufragar seria glorioso (ah, que naufrágios...). Mais que isso, nesse castelo – como em qualquer castelo – não pode haver dois reis. Quem então cederá seu lugar, quem será sábio, quem se fará gueixa submissa ou servo feliz, para que o outro tome o lugar e se entronize e... reine? A palavra “liberdade” teria de ser mais presente, porém é mais convidada a discretamente afastar-se e permitir que em seu lugar assuma o comando alguma subalterna: tolerância, resignação, doação, adaptação. Rondando o fosso do castelo, a vilã de todas a culpa. Quem deixou sobre minha mesa o bilhete dizendo “se você ama alguém, deixe-o livre” sabia das coisas, portanto sabia também o desafio que me lançava. No mundo das palavras há tantos artifícios quantas são as nossas contradições. Por isso, conviver é tramar, trançar, largar, pegar, perder. E nunca definitivamente entender o que – se fossemos um pouco sábios – deveríamos fazer. Farsa, tragédia grega, outras soneto perfeito: o amor, com as palavras, se disfarça em doces armadilhas ou lâminas. (Lya Luft)
O amor é uma escultura que se faz sozinha. É uma flor inesperada sem estação do ano para surgir nem para morrer. Vai sendo esboçada assim ao léo: aqui a sobrancelha se arqueia, ali desce a curva do pescoço, a mão toca a ponta de um pé, no meio estende-se a floresta das mil seduções. Imponderável como a obra de arte, o amor nem se define nem se enquadra: é cada vez outro, e novo, embora tão velho. Intemporal. Planta selvagem, precisa de ar para desabrochar mas também se move nos vãos mais escuros, em ambientes sufocantes onde rebrilham os olhos malignos da traição ou da indiferença, e a culpa o pode matar. O convívio é o exercito do amor na corda bamba. Os corpos se acomodam, as almas se espreitam, até se complementam. Mas pode-se cair no tédio – sem rede –, e bocejar olhando pela janela. Inventamos receitas para que o amor melhore, perdure, se incendeie e renove... nem murche nem morra. Nenhuma funciona: ele foge de qualquer sensatez, como o perfume das maçãs escapa num cesto de vime tampado. Se fossemos sensatos haveríamos de procurar nem amar, amar pouco, amar menos, amar com hora marcada e limites. Mas o amor, que nunca tem juízo, nos prega peças quando e onde menos esperamos. Nunca nos sentimos tão inteiros como nesses primeiros tempos em que estamos fragmentados: tirados de nós mesmos e esvaziados de tudo o mais, plenos só do outro em nós. Nos sentimos melhore, mais bonitos, andamos com mais elegância, amamos mais os amigos, todo mundo foi perdoados, nosso coração é um barco para o qual até naufragar seria glorioso (ah, que naufrágios...). Mais que isso, nesse castelo – como em qualquer castelo – não pode haver dois reis. Quem então cederá seu lugar, quem será sábio, quem se fará gueixa submissa ou servo feliz, para que o outro tome o lugar e se entronize e... reine? A palavra “liberdade” teria de ser mais presente, porém é mais convidada a discretamente afastar-se e permitir que em seu lugar assuma o comando alguma subalterna: tolerância, resignação, doação, adaptação. Rondando o fosso do castelo, a vilã de todas a culpa. Quem deixou sobre minha mesa o bilhete dizendo “se você ama alguém, deixe-o livre” sabia das coisas, portanto sabia também o desafio que me lançava. No mundo das palavras há tantos artifícios quantas são as nossas contradições. Por isso, conviver é tramar, trançar, largar, pegar, perder. E nunca definitivamente entender o que – se fossemos um pouco sábios – deveríamos fazer. Farsa, tragédia grega, outras soneto perfeito: o amor, com as palavras, se disfarça em doces armadilhas ou lâminas. (Lya Luft)
domingo, 29 de maio de 2011
É assim
Quando alguém lhe parece inexistente, quando muitos outros lhe parecem corretos....
Os inexistentes te causam calafrios, olhares quentes, movimentos levemente sensuais, explosão de foguetes imaginários, os corretos parecem nunca ter existido, errados, erroneos, pessoas sem identidade.
O mundo é tido como boêmio, volteador, mas uma coisa é certa ele sempre pára no mesmo lugar, porém, modifica sempre as pessoas, as coisas, os lugares, e até mesmo os sentimentos, aprendi que a água do rio nunca passa duas vezes debaixo da ponte, pois sempre há uma sujeira na alma para que lavemos.
Engraçado é quando tudo se encaixa, numa dança fascinante até mesmo para um cisne negro, até mesmo para o Phanton Of Mask, até mesmo para mim, que danço sempre conforme a música do momento, pessoas, lugares tudo tem seu momento certo sua hora de acontecer, falar e fazer.
Viver de reclamações e melodramas não fazem de você alguém digno de conseguir algo melhor, sempre será digno de pena, e compaixão, apenas.
Esse é o momento, o meu momento, essas são as pessoas, as minhas pessoas, os inexistentes passam a se fazer presentes, e aqueles corretos, já viraram passado, morto e enterrado, nem um pingo dignos de reza, ou preçes.
Os inexistentes te causam calafrios, olhares quentes, movimentos levemente sensuais, explosão de foguetes imaginários, os corretos parecem nunca ter existido, errados, erroneos, pessoas sem identidade.
O mundo é tido como boêmio, volteador, mas uma coisa é certa ele sempre pára no mesmo lugar, porém, modifica sempre as pessoas, as coisas, os lugares, e até mesmo os sentimentos, aprendi que a água do rio nunca passa duas vezes debaixo da ponte, pois sempre há uma sujeira na alma para que lavemos.
Engraçado é quando tudo se encaixa, numa dança fascinante até mesmo para um cisne negro, até mesmo para o Phanton Of Mask, até mesmo para mim, que danço sempre conforme a música do momento, pessoas, lugares tudo tem seu momento certo sua hora de acontecer, falar e fazer.
Viver de reclamações e melodramas não fazem de você alguém digno de conseguir algo melhor, sempre será digno de pena, e compaixão, apenas.
Esse é o momento, o meu momento, essas são as pessoas, as minhas pessoas, os inexistentes passam a se fazer presentes, e aqueles corretos, já viraram passado, morto e enterrado, nem um pingo dignos de reza, ou preçes.
sexta-feira, 27 de maio de 2011
Por um mundo melhor
Eu seria bem mais feliz se as pessoas próximas (ou não), mentissem menos ou quem sabe que não faltassem tanto com a palavra, olha, assim eu teria um relação bem melhor com a humanidade. Sabe o dia em que você satura de tudo que te faz mal, e que por alguma circunstância besta você se prende?
Bom hoje não mais, feliz de quem sabe praticar o desapego, mas não falo de desapegar de objetos, mas de sentidos, sentimentos e até mesmo de pessoas que em nada acrescentam, e que se não dado certo basta, podem até lhe diminuir, eliminar, eis a palavra de ordem, eliminar coisas que fazem mal, que não deixam seguir o caminho devido, enfim, eliminar situações e transtornos.
Eis a palavra de uma pessoa que chega no seu limite de paciência, que perde a noção quando o mundo parece conspirar, mas é plenamente humana para sentar e pensar que se tudo acontece seja bom ou seja ruim, é pelo simples fato de pessoalidade, sim, se acontece é porque eu deixo.
Uma amiga me diz que eu sou uma mulher de atitude, mas pensem comigo, se a mulher, ou todo mundo, não tomar as suas atitudes ninguém vai para frente, ou seja nada sai do marasmo, os sofrimentos permanecem, alegrias podem se esvair com facilidade, e o coração não consegue se abrir para o novo.
Farta de muita coisa que continua, eu quero algo que começe, mas com pilha suficiente para durar, pois começar todo dia também é desgastante.
Uma hora é preciso acordar para a vida e para tudo que precisa se reciclar, e se for orgânico então que seja lixo levado embora de mim.....
Bom hoje não mais, feliz de quem sabe praticar o desapego, mas não falo de desapegar de objetos, mas de sentidos, sentimentos e até mesmo de pessoas que em nada acrescentam, e que se não dado certo basta, podem até lhe diminuir, eliminar, eis a palavra de ordem, eliminar coisas que fazem mal, que não deixam seguir o caminho devido, enfim, eliminar situações e transtornos.
Eis a palavra de uma pessoa que chega no seu limite de paciência, que perde a noção quando o mundo parece conspirar, mas é plenamente humana para sentar e pensar que se tudo acontece seja bom ou seja ruim, é pelo simples fato de pessoalidade, sim, se acontece é porque eu deixo.
Uma amiga me diz que eu sou uma mulher de atitude, mas pensem comigo, se a mulher, ou todo mundo, não tomar as suas atitudes ninguém vai para frente, ou seja nada sai do marasmo, os sofrimentos permanecem, alegrias podem se esvair com facilidade, e o coração não consegue se abrir para o novo.
Farta de muita coisa que continua, eu quero algo que começe, mas com pilha suficiente para durar, pois começar todo dia também é desgastante.
Uma hora é preciso acordar para a vida e para tudo que precisa se reciclar, e se for orgânico então que seja lixo levado embora de mim.....
quarta-feira, 11 de maio de 2011
Fins, não precisam ser trágicos
Leve como a pluma de uma garça,
Correndo risco de voar,
Verdades precisam ser ditas, lançadas no vento,
Amores precisam acabar, ter fim, quando não mais nada há de se fazer,
O eu e você precisam se tornar amigos, quando não podem ser amor,
Palavras nunca mais são as mesmas,
Sentimentos não se exploram, não afloram,
Eu te amo, não é mais frase chefe, nem lema,
Amor se faz passado, futuro inesperado.
Ser assim, pode dizer, falar e fazer, foi o melhor e mais correto.
Tempo é senhor da razão, mas ele não apaga os atos,
Leva para longe das prioridades os fatos, apenas.
Quero dizer que amizades nascem, nem sempre perduram, mas enfim são eternas em momentos únicos, assim como amores, amor, paixão, enfim....o sentimento.
Nada é infinito, nada é para sempre, se for, é porque o seu momento tem longa duração,idade não significa experiência, pois de amores se morre aos 15, mas pode nem ser vivido aos 40.
Pensar em sobre como as coisas se colocam, depois de dizer tudo que se sente, sem aquele peso no coração, e sem a vontade extrema de chorar, não te faz experiente, te faz vivo, e ser humano, aprender, pelo acerto, pelo erro e pela visão.
P.S FGBL (o amor não é findado, mas falar de amor, seria machucar a flor que agora brota em relação a amizade, enfim, peço para que, não repita com um amor, aquilo que de erro fez com o seu ser amado, ou supostamente isso, mas enfim, seja mais inteligente quanto a sentir, amar, e ser.)
De sua amiga Sasha Coutto
Correndo risco de voar,
Verdades precisam ser ditas, lançadas no vento,
Amores precisam acabar, ter fim, quando não mais nada há de se fazer,
O eu e você precisam se tornar amigos, quando não podem ser amor,
Palavras nunca mais são as mesmas,
Sentimentos não se exploram, não afloram,
Eu te amo, não é mais frase chefe, nem lema,
Amor se faz passado, futuro inesperado.
Ser assim, pode dizer, falar e fazer, foi o melhor e mais correto.
Tempo é senhor da razão, mas ele não apaga os atos,
Leva para longe das prioridades os fatos, apenas.
Quero dizer que amizades nascem, nem sempre perduram, mas enfim são eternas em momentos únicos, assim como amores, amor, paixão, enfim....o sentimento.
Nada é infinito, nada é para sempre, se for, é porque o seu momento tem longa duração,idade não significa experiência, pois de amores se morre aos 15, mas pode nem ser vivido aos 40.
Pensar em sobre como as coisas se colocam, depois de dizer tudo que se sente, sem aquele peso no coração, e sem a vontade extrema de chorar, não te faz experiente, te faz vivo, e ser humano, aprender, pelo acerto, pelo erro e pela visão.
P.S FGBL (o amor não é findado, mas falar de amor, seria machucar a flor que agora brota em relação a amizade, enfim, peço para que, não repita com um amor, aquilo que de erro fez com o seu ser amado, ou supostamente isso, mas enfim, seja mais inteligente quanto a sentir, amar, e ser.)
De sua amiga Sasha Coutto
segunda-feira, 9 de maio de 2011
Certas vezes, conhecemos pessoas, o tempo passa, (ou não), e elas se tornam íntimas, amigos, bem querer, sinceridades, puras verdades.
Um dia a sua vida precisa de melhoras, modelagem, retoques, rascunhos precisam de arte final, a menina precisa crescer, seus sonhos ja não bastam, é preciso efetivar as ações. Um amigo, um Homem, vem de lá e lhe diz, para que uma mulher seja irresistível, necessita-se de Inteligência, Beleza e sutileza, Traduzindo: mude sua postura. A vontade? Mandá-lo pro inferno, a ação? Tomar decisões, rever conceitos, abrir-se para as palavras de alguém que nem mesmo motivos, nem porque's tem, para que dê um conselho.
Mas venho aqui dizer, que se cancelo contas sociais, não é por medo ou intimidação, é pelo fato que acho que ja passei meu recado, expus demais as minhas opiniões, vivi, conheci e cresci, aprendi acima de tudo, mostrei quem sou, sem medo, e até mesmo ferindo por dentro grandes inimigos.
Ser uma mulher não é nada fácil, quem dirá nos dias de hoje, onde amores vem, falsos ou verdadeiros, onde responsabilidades vem, mesmo pequenas e insignificantes, onde amigos vem, mesmo falsos ou errantes.
Postura nem sempre é uma boa forma de personalizar, pois esta tem sempre que ser aprimorada e modificada.
Apenas deixo o recado de que, se assim foi feito, sem dramas e sem preconceito, ja obtive meu reconhecimento.
Um dia a sua vida precisa de melhoras, modelagem, retoques, rascunhos precisam de arte final, a menina precisa crescer, seus sonhos ja não bastam, é preciso efetivar as ações. Um amigo, um Homem, vem de lá e lhe diz, para que uma mulher seja irresistível, necessita-se de Inteligência, Beleza e sutileza, Traduzindo: mude sua postura. A vontade? Mandá-lo pro inferno, a ação? Tomar decisões, rever conceitos, abrir-se para as palavras de alguém que nem mesmo motivos, nem porque's tem, para que dê um conselho.
Mas venho aqui dizer, que se cancelo contas sociais, não é por medo ou intimidação, é pelo fato que acho que ja passei meu recado, expus demais as minhas opiniões, vivi, conheci e cresci, aprendi acima de tudo, mostrei quem sou, sem medo, e até mesmo ferindo por dentro grandes inimigos.
Ser uma mulher não é nada fácil, quem dirá nos dias de hoje, onde amores vem, falsos ou verdadeiros, onde responsabilidades vem, mesmo pequenas e insignificantes, onde amigos vem, mesmo falsos ou errantes.
Postura nem sempre é uma boa forma de personalizar, pois esta tem sempre que ser aprimorada e modificada.
Apenas deixo o recado de que, se assim foi feito, sem dramas e sem preconceito, ja obtive meu reconhecimento.
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