Escrever, a essa hora? Coisas de uma mente sem nexo, da falta perturbadora de alguma coisa, sem tato, sem olfato, quem dirá paladar, falta de um quente, auxiliado por um frio, falta de um sentido a mais, uma vela sem pavio....
Descobri...falta de sexo, falta corpo, falta uma penetração de algo íntimo e seco, um desejo ardente, conjunto a um prosecco, um champange, seja o que for, uma conotação sexual, aliada a um horário carnal, um feitiço corporal, um rebolado fatal....Já posso? Posso fazer sexo na praça sem pudor, ou pelo menos sem este me vigiar? sem atentar contra a classe hipócrita do papai-mamãe? #sexo
Tudo em função do amor, ou da falta do mesmo, tudo sem função para ser bem sincera, tudo sem combinação, sem corpo, sem gás, com fervor e calor, sem outro ser...
Amor por que ser tão complexo, assim tão dislexo, assim tão desconexo?
Questões, disfunções, desconexões, um célebre dane-se amor...
Eu preciso de carne, carne no corpo para não dizer uma indecência.
Passaram..
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
Paciência
E foi rezando para a santa paciência que resolvi voltar,
Foi apelando para a santa paciência que decidi perdoar,
Suplicando à santa paciência, por um dia melhor que ontem,
Soletrando santa paciência foi que aprendi a amar,
Escrevi na areia santa paciência, rogai por mim.
Não tenho mais o que pedir, nem o que fazer, o tempo não cura nada, nem me faz esquecer...
Deixo aqui o vento cortante, deixar esvair e ir para longe de mim o que havia de importante...
Não tenho mais o que pedir, nem mais o que suplicar, só tenho a dizer, à Santa paciência hei de rogar!
Foi apelando para a santa paciência que decidi perdoar,
Suplicando à santa paciência, por um dia melhor que ontem,
Soletrando santa paciência foi que aprendi a amar,
Escrevi na areia santa paciência, rogai por mim.
Não tenho mais o que pedir, nem o que fazer, o tempo não cura nada, nem me faz esquecer...
Deixo aqui o vento cortante, deixar esvair e ir para longe de mim o que havia de importante...
Não tenho mais o que pedir, nem mais o que suplicar, só tenho a dizer, à Santa paciência hei de rogar!
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
Sozinha
Chegando a conclusão que neste mundo tem muito eu para pouco você, muito amor para pouco coração, muita mulher para nenhum homem, muita vontade para pouca eficácia....
Chega-se a conclusão que tudo se acaba no unilateral, no monobloco, monossílabo, número 1, eu, só....
Aprender a viver sozinho para depois aprender a ter alguém, mudar a ordem desses fatores pode acabar gerando uma explosão na alquimia dos seres, apego, é a palavra que mais se usa, que mais se veste, mas quando fala-se em desapego, todo mundo vira as costas deixa de ler, deixa de vestir, não sabe-se soletrar.
Aprendi, com um tranco, um tapa, um sopro, que antes a solidão amiga, que a companhia inimiga.
Chega-se a conclusão que tudo se acaba no unilateral, no monobloco, monossílabo, número 1, eu, só....
Aprender a viver sozinho para depois aprender a ter alguém, mudar a ordem desses fatores pode acabar gerando uma explosão na alquimia dos seres, apego, é a palavra que mais se usa, que mais se veste, mas quando fala-se em desapego, todo mundo vira as costas deixa de ler, deixa de vestir, não sabe-se soletrar.
Aprendi, com um tranco, um tapa, um sopro, que antes a solidão amiga, que a companhia inimiga.
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