Eu até peço para voltar, eu peço pra esquecer, quero de volta, mas será porque?
Não tenho Porque, só que ao fundo me bate um arrependimento quando digo volta, quando quero ficar de novo, me bate a insegurança, me vem as drásticas lembranças das mensagens de desaforos.
Os choros comprimidos, as dores sentidas, o céu negro, enfim, já não tenho tanta certeza, de sim, mas creio que o não me domina.
Hoje acordei, e acho que não só para um dia qualquer, mas para um dia novo, uma vida nova, um novo balanço, e uma nova esperança, é, já não faço mais questão de você, um ponto final?
Não gosto de pontos finais, sempre deixo as histórias nas reticências, prefiro deixar o texto da história, em continuação, mesmo que não haja um eu, ou um você ao fim de tudo. Não canso de me olhar, me sentir, sentir que dentro de mim, lavada está a alma, de líquido lacrimal.
Boa noites de insônia, boas noites de dores indolores, boas noites de um eu perdido, de um você consumido, de um nós adormecido, e um dela, ainda para ser vivido.
A solidão, a fiel amiga, ela hoje resolveu me abandonar, resolveu deixar aqui a felicidade, a leveza, as plumas e os paêtes que eu havia esquecido, no canto onde também estava os sapatos de oncinha. É, ela foi , me deixou, agradeci a companhia, mas não sei se quero tê-la de volta, pois sombria foi sua estadia em meu peito.
Assim fica resumido, que esqueceremos o que passou, que eu pedirei para que não em deixe, mas que na verdade peço que vá sem olhar para trás, que siga para onde não posso mais vê-lo, que seja feliz, que a solidão nunca lhe encontre, mas que fique longe, de mim.
Se eu disse talvez, encare como um um dia pode ser, se for isso, encare como um nunca mais.....
Finalizo aqui a nossa pontuação, deixo em reticências, o parágrafo final, de uma história com começo, um meio conturbado, e um fim trágico.
Vou continuar me escondendo, mas não da luz, e sim da escuridão, um motivo para sorrir, este dia me deu, um motivo para achar graça sem o nariz de palhaço, um motivo para voltar e escrever mais duas linhas no livro que acabo de escrever sobre nós dois....
Passaram..
sexta-feira, 29 de julho de 2011
quarta-feira, 27 de julho de 2011
Just wanna be happy, yeah!
Não posso ter tudo neste mundo, mas de fato o que quero? Pergunta a qual mudo a resposta todos os dias, inquietude, seria a palavra correta para meus desejos, mil e uma pessoas me vem com a célebre e velha história, de que ainda é pouca idade para querer algo concreto, mas porque[?], se em anos atrás quando se tinha minha idade todos eram médicos, doutores, mulheres de tanque, e mente bitolada a uma vida pacata e parada de erros, acertos, deveres, e regras?
Não, eu não posso ter tudo, sempre que fizer uma escolha a outra opção vai ficar para trás, e talvez a que escolhi hoje nem seja de fato a que irá me fazer feliz, posso querer voltar atrás e pode ser, também, que já não exista mais a segunda opção.
Mas o hoje, esse é o meu problema, este é o momento da minha solução, sim eu já decidi, e decidi ontem, o que não seria correto, pois hoje é um novo dia, mas a verdade é que sempre carreguei comigo, a opção de amar, sim de me deixar levar por um amor, que mesmo em sua turbulência, ainda vive, mesmo que a sua distância ainda sobrevive, e mesmo com toda maldade a ele incubida, ainda se mostra amor.
E afinal, o que fazer quando eu tomo a decisão de ficar? Não sei, muitos perguntam se vale a pena, outros dizem que se for verdadeiro volta, há ainda pequenas preces e desejos de felicidades, mas afinal o que quero com tudo isso [?], em me anular para alguns, em me deixar fechar para outros, de fato, em me "aboletar" em uma cadeira na espera de um dia o mundo acordar de sol azul, de nuvens cor-de-rosa, e que minha campainha toque em sinal de um presente, trazido com uma rosa [?]
Não sei, e já cansei de me questionar, já escolhi, sim, e daí[?], deixei mil e duas opções para trás, vou me arrepender, pode ser, ou posso ser bem feliz, e mostrar ao mundo que valeu a pena, não sei, e essa dúvida que para muitos é cruel e cortante, pra mim, em especial, é dolorosa e excitante, dói não saber o que será de amanhã, se eu mudar a idéia e provar que sou uma sem futuro, pelo menos sem perspectiva do mesmo, excita porque não sei se o meu telefone vai tocar, ou uma notificação em rede social vai surgir, a velha dúvida, do "pensa em mim?" [.]
Depois que decidi, e daí se me machucar, se chorar novamente, se tiver mais uma dor? Tudo que vem pela vida, são ensinamentos, a vida é uma mãe, na qual nos deixa livre para escolhas e que deixa também que nós nos castiguemos, pelas ações mal feitas, e pelas reações assombrosas que temos quando ela coloca o fácil e desejável a nossa frente, e como meninos birrentos, jogamos tudo no lixo.
Eu só quero ser feliz, seja com escolhas erradas, seja esperando um amor que nunca vem, e que hoje está longe, seja perdoando uma pessoa de índole duvidosa, seja la como for, felicidade, essa é a minha escolha para daqui a mil e umas perguntas.
sábado, 23 de julho de 2011
Aos amigos.
Amigos, promessas não são dignas de mim, desejos já não me fazem bem, pedidos só tenho poucos, simples e até mesmo, de deixar os que mais amo sob tristeza imediata.
Assim que minha alma transbordou amor, fui digna de deixar que o mundo soubesse, o que se passava, e assim que esta mesma, transborda de dor, deixo a pegada na areia, para que cheguem até mim, mesmo apenas que seja para ouvir um sonoro "Me deixem sozinha!" , mesmo que seja para sentar em uma pedra para ouvir meu cair de lágrimas ao mar, também salgado.
Volto, assim como disse antes, ao luto, ao que nunca sai, ao que nunca deveria ter entrado, ao que escondi até hoje, a dor me persegue, me deixa sem visão, meu coração se fecha uma vez, e para não ser mais aberto, uma pessoa que canta meu eu se vai, uma que conquista meu ser, me machuca, uma que conheceu meu possuir, me deixou....uma que me fez bossa, desapareceu, e assim, junto com o que de fato nunca foi meu, ou que sequer tenha existido, me findo, em ser, em estar, em querer me doar.
Sabe o que fui? Uma passionalidade, onde eu me doava demais, me fazia demais, me deixava ser demais, nunca dei espaço a amim, somente a beleza de onde vinham todos que estavam comigo, de onde vinham os elogios que eu fazia de conta não crer que fossem pra mim.
Precisou conhecer alemão, com sua bebida mágica, ou portergaistica, que me revelou o que fazia de mim, o que era tudo aquilo, se não hormônios aflorados, precisou doses daquilo para que eu chorasse de verdade, com dor, com sabor, com saudade, e com raiva, precisou aquilo me dar uma dor de cabeça para saber o quanto me doe, o amor inválido, os amigos falsos, e como uma beleza pode ser destruidora de gente.
Aos amigos, peço orações a SSKali. orações ao luar, pouco choro e pouca vela. um tipo assim, choro de dia.....sonhos a noite, aos AMIGOS, eu peço, força, sem fortaleza, dor com corpo, perdão com a alma.
Voltei ao luto, e deixo uma vida em luto, pois assim como calou-se a minha voz externa com uma ida sem resumo, me vou sem pontuação, deixando apenas as reticências de continuação....
J.C.
Quando se cansa de ficar em uma fortaleza eterna, quando se cansa de ser um símbolo do que não é, quando, de fato, você não é nada do que aparenta ser, quando não é aquilo que gostaria, que faria feliz o seu eu.
Hoje, um castelo se finda, uma maré apaga o texto na areia, uma lua mingua, e uma estrela se apaga. Fazer pedidos ao céus, orações aos deuses, oferendas aos orixás, choros escondidos, sorrisos falsos, uma falsa patente alta, enquanto apenas dentro da mulher mega forte só existe uma menina, nada adianta, um peito se fecha, um sorriso se apaga, um amor se enterra. [junto comigo]
Ao luto eu volto, luto ao qual eu nunca sai, desde aquele dia em que nada mais me fez sentido, ao apenas ler letras distorcidas em questões simples de despejar verdades por e-mail. O fim, o fim de mim, de você e de tudo que em mim foi vivido, planejado e em partes, sonhado.
Sai de mim, o amor, o maior amor que poderia dar a quem merecia, pois não fui credora, de que houvesse pessoas que não pudessem ser dignas de amor, perdão e sorriso. Abrace-me a distância.
Em seu pensamento quero ficar com o melhor de mim que houver, em meu pensamento levo comigo o melhor de você que puder ter, a música, a melodia, a letra sem rima, e trejeito desajustado.
Assim, meio sem o que dizer, falo somente de amor, insuportável, grande, demasiadamente pesado ao meu peito já cheio de você, de eu, e de outra pessoa que já nem faz tanto sentido...
Assim volto ao luto, ao negro, ao luar sem estrelas, ao som sem ruídos, ao eu, aquele eu , oco, sem alma, sem vida. já disse demais que o amava, chega!
Eu te amo, e isso não lhe dar direito de ser rude, indiferente, mal, e canalhamente homem.
Somente amar.
Hoje, um castelo se finda, uma maré apaga o texto na areia, uma lua mingua, e uma estrela se apaga. Fazer pedidos ao céus, orações aos deuses, oferendas aos orixás, choros escondidos, sorrisos falsos, uma falsa patente alta, enquanto apenas dentro da mulher mega forte só existe uma menina, nada adianta, um peito se fecha, um sorriso se apaga, um amor se enterra. [junto comigo]
Ao luto eu volto, luto ao qual eu nunca sai, desde aquele dia em que nada mais me fez sentido, ao apenas ler letras distorcidas em questões simples de despejar verdades por e-mail. O fim, o fim de mim, de você e de tudo que em mim foi vivido, planejado e em partes, sonhado.
Sai de mim, o amor, o maior amor que poderia dar a quem merecia, pois não fui credora, de que houvesse pessoas que não pudessem ser dignas de amor, perdão e sorriso. Abrace-me a distância.
Em seu pensamento quero ficar com o melhor de mim que houver, em meu pensamento levo comigo o melhor de você que puder ter, a música, a melodia, a letra sem rima, e trejeito desajustado.
Assim, meio sem o que dizer, falo somente de amor, insuportável, grande, demasiadamente pesado ao meu peito já cheio de você, de eu, e de outra pessoa que já nem faz tanto sentido...
Assim volto ao luto, ao negro, ao luar sem estrelas, ao som sem ruídos, ao eu, aquele eu , oco, sem alma, sem vida. já disse demais que o amava, chega!
Eu te amo, e isso não lhe dar direito de ser rude, indiferente, mal, e canalhamente homem.
Somente amar.
domingo, 17 de julho de 2011
Querido Amor
Me faça caminhar sem rumo pela rua,
Me faça sorrir,
Me faça dançar até cair,
Seja meu amor,
Cure a minha dor,
Sinta saudades,
Te deixo em liberdade,
Meu amor, meu querido amor...
Palavras para que, poemas sem porquês
Simetria sem ver, um vazio sem você.
Me leve até a lua,
Me deixe ser só tua,
Me deixe viver com você,
Me deixe pelos campos correr....
Para que serve o meu coração pela metade,
Lembre-se que de mim levou a mais importante parte.
Meu amor, meu querido amor, deite-se na cama
Deixe-me, que por você é que meu coração canta,
Olhe para o céu, veja a Lua
Veja até onde posso chegar, com as asas que seu beijo me deu.
Meu amor, meu querido amor.
EU TE AMO.
Amor.
Chorar não te traz de volta, sofrer só me faz mal, deixar que tudo continue como está me destrói todos os dias, as trevas tem que se acabar, a luz tem que vir a brilhar, no sol que recobre meus dias, na lua que ilumina meu caminhos, nas estrelas que fazem o desenho do meu amor.
De amor, por amor, eu me faço, eu quebro a maldade, que me afasta de ti, eu queimo no fogo da minha paixão, as palavras que foram ditas em vão, as inverdades que sangram meu coração.
Dentro de mim não cabe mais dor, só cabe amor, amor forte demais para mim e para você, amor que em sua fortaleza, te tirará dos braços malignos da maldade, não entendo como pode ser má a pessoa que diz um dia amar.
Verdade deveria ser uma coisa natural, nada banal, nem difícil de falar, Bondade não deveria ser coisa para impressionar, amor não deveria ser material, deveria ser carnal, deveria ser sempre encaixado, e correspondido.
Quem disser que amo por amar, não sabe o meu verdadeiro gostar, a ti dedico, minhas orações, a mim dedico as nossas velhas canções, ao meu coração sobra a nostalgia, a saudade que me guia, de volta ao tempo em que nada nos atrapalhava, em que nada era tristeza só alegria.
Que então volte o que é meu, então que se vá o que não é seu, então que seja feita a vontade de Deus, e que saibam que tão somente amo, como me dou de coração e alma, pois o corpo, já não faz tanto sentido sem você.
quarta-feira, 13 de julho de 2011
Amor Livre
E se eu fosse uma bruxa?
E se eu tivesse poderes de hipnose?
E se eu pudesse te prender de alguma forma?
E se eu fizesse você morder uma maçã enfeitiçada?
Tudo faria você ficar perto de mim, tudo de você seria meu, nunca mais eu me preocuparia em te perder, em ficar sem teu sorriso, meu coração não iria sangrar de ansiedade, eu não iria chorar ao ouvir uma música, eu não teria medo de escuro, meu sonho seria realidade.
Mas, eu não teria você, eu teria o boneco que enfeitiçei, o menino que conquistei, o homem que eu amei, esse não, esse nunca estaria perto de mim, por amor, por completo, por corpo alma e coração, por afeto, por desejo, com o abraço e o beijo.
Seria só mais um marionete de prazeres carnais, não seria o meu amor, não seria o que de fato até hoje me conquistou, seria.....não sei mais o que seria.
Eu ainda rezo, peço, e imploro, que venha, por liberdade, por saudade, por amizade, que fique lá, onde está, por alegria, por amor, por verdade. Seja como for, que seja feliz, pois quando amamos de verdade nunca enjaulamos, deixamos livres, joga-se pra cima, se bater asas e voar, que seja feliz, se apenas pousar, que seja feliz, então, porque não, desejar....que seja feliz.
Ainda vai acontecer de novo....
Afundar...
Começo falando em afundar, ou deveria ser afogar, cair, dentro do que nem sei se conheço, um poço sem fundo, sem luz, um caminho com bifurcação, uma eterna confusão.
Depois de uma conversa vendo que não sou a única a sofrer por um tal amor, não fui a única que chorou, que ouviu Amy Winehouse e revoltou....
Não foi só eu....
Nunca fui daquelas que compartilha dores, sempre joguei ela na bolsa, ou debaixo do travesseiro, sempre chorei em cima dela, fiz de escada o dia, a noite, a madrugada, fiz de mim a rainha da insônia.
Mas vi que não foi só eu, nem nunca será, o ciclo vai se repetir, quando outra menina, hoje, amanhã, daqui a cinco minutos estiver se apaixonando por um cara, mais velho, mais bonito, um cara somente.....
Vou ver a minha história, os meus personagens, em outros olhos, por onde passar, por onde morar, sempre vai ter um eu escondido dentro de meninas, que vão aprender da forma mais dolorosa que amar é o mover dos moinhos da vida, mas que se esse amor não for correspondido, os moinhos enferrujam, e mesmo que haja vento, sempre será brisa leve, nunca irá girar na força necessária.
E eu? Vou continuar sentada no terraço, ouvindo a Amy, tomando suco de laranja, relembrando que ainda tenho amor no coração, lembrando que assim como uma rosa murcha, eu despetalei, que outras roseiras vão se abrir, que o mundo vai girar, e eu ainda vou estar ali, sentada, com um texto por escrever.....e um fundo musical deprimente.
terça-feira, 12 de julho de 2011
Quem...
Dizem que de beleza eu entendo, ou pelo menos a possuo, que de certo momento meu olhar se transforma, hipinotiza, seduz, enfeitiça, não sei ao certo, dizem que tenho uma alma pura, um perfume diferente, algo que não vem das flores, vem de mim, da pele.
Dizem tantas coisas de mim, à mim, mas ninguém sabe ao certo quem sou, quem quero ser, quem jamais podeira pensar em ser, enfim, muitos são os que falam, poucos os que conhecem a verdade, muitos são os sábios manejadores de palavras, poucos são os verdadeiros, que se dizem ser ignorantes ao manuseio de pontuações.
Afinal, quem sou de verdade, na verdade, e pela verdade, sou eu a mentira, pela mentira, e com a mentira? Quem sou eu? Ninguém jamais irá responder essa pergunta com absoluta certeza, alguns irão apenas arriscar palavras doces, outros palavras fora até do dicionário, e muitos outros irão oferecer críticas, em sua maioria, nada construtivas, mas será que tantas palavras são válidas para me personalizar, me personificar?
Perguntas, perguntas, respostas, respostas, pessoas, palavras, eu, e o resto do mundo, nada faz sentido não a quem não me conhece, ou seja nada faz sentido ao ser chamado ninguém, alguém, sei lá.
Sei apenas que posso ser considerada assim, uma mistura, no popular poético humano, uma Deusa, uma Bruxa, a rainha dos Lycans, a Vampira de amores, a Fada sem asas, verde, azul ou cor-de-rosa, um copo de absinto, um cálice de cicuta, um veneno, uma alquimista de pensamentos, uma menina, uma mulher, um doce, um amargo, uma cobra, ou um rato, uma vadia, ou dama, uma invejada, ou uma desejada, um sexo, uma guerra, um amor, ou um ódio.
Quem quer que seja, quem desejar que seja, uma essência e uma aparência.
Uma boneca com história, ou uma praia sem final......
Afinal, quem sou eu pra você........................................?
quarta-feira, 6 de julho de 2011
Perguntar sem responder..
É preciso que exista mais eu que você, mais me que you, mais café no meu leite, mais fotos de quando eu era inocente.....
O que de fato é preciso para que de vez se aprenda a ser um ser humano só, sozinho, sem ninguém, para que nada me machuque, para que sangramentos só venham de cortes, para que coração seja só um músculo, para que pensamentos sejam apenas financeiros, para que amor seja apenas o título de uma música.....?
Onde jogar todo esse lixo tóxico chamado paixão, gostar, sentimento em si, para onde levar todos os destrossos do furacão chamado você, chamado história, chamado infinito, chamado MENTIRA?
Um turbilhão de perguntas me vem a cabeça, respostas passam despercebidas, tão insanas e tão transparentes que as vezes nem chego a vê-las, senti-las, ouvi-las, mas nesse momento para que respostas? Se nada que elas me dizem faz sentido, pelo menos não quero que faça, não quero que cheguem a ser o encaixe do final do texto, da fala, da frase.
Tenho medo, quero voltar a ser criança, onde todos falavam "bonequês" , as mentiras estavam nos livros do Walt Disney, e mesmo sendo mentiras todas tinham um final feliz, uma princesa realizada, a madrasta amedrontada, o sapo não era nojento, e o sapato de cristal não custava nada, o sono era tranquilo, com um beijo despertava, o cabelo era liso, forte e não bagunçava, eu era apenas a menina de vestido, que no quarto brincava, não sabia o que era chorar se não fosse por meras pancadas...
Quando uma história se repete a cada mês, a cada momento, a cada pessoa, onde está o erro, em mim por conquistar por um minuto e espantar por uma eternidade, ou nas pessoas que me veem como uma boneca grande, ou um mobile cafona?
Queria ter respostas para tudo, mas apenas, pelo menos somente apenas, consigo formular perguntas, sem causa, sem nexo, sem saber nem o porque de tanta pergunta, sem saber se ao menos existe uma resposta.
Uma história minha.
Sabe quando tudo que você mais deseja é que nada na sua vida seja como é, o sentimento de mudar tudo, de nem existir, ou melhor de não existir as histórias do passado, não viver um presente sem rumo, nem pensar em um futuro negro?
Sentimento que me assola neste exato momento, minto, sentimento que me assola à meses, à tempos, tempos que conto para que corram os minutos, dias que peço para que começem e terminem, segundo crença popular isso atrai a morte mais cedo, mas será que de fato não é isso mesmo que estou pensando em querer, a morte.
Não, não a morte corpórea, aquela que meias pessoas choram e cantam dentro de igrejas, não, a morte das lembranças, a morte das pessoas que passaram por mim, me modificaram, fizeram um passado ainda que jovem, cheio de recordações boas e más, as más em sua essência e clemência, maiores.
Desejo todos os dias o fim, o fim de tudo, e o não começo, sim, o não começo de mais uma história, a vinda de mais uma pessoa, ou de pessoas, peço para que não venha mais um decepção, onde já se viu dizer que decepção não mata, ensina a viver, quer dizer que tudo de ruim que acontece é plano divino para que possamos morar com tranquilidade no inferno? Acho isso tudo muito confuso e nem quero parar para compreender, não agora, não hoje, não nesta vida.
Sofrer, dizem alguns que isso é opcional, mas será que de fato estes já sofreram, se magoaram, ou magoaram alguém? Será que já choraram de verdade, não por compaixão, mas com paixão, será que sentiram o peito apertado, uma noite sombria, um desejo de nunca mais ver a luz do dia, será? Não creio nisso, mas já que dizem, porque este conselho nunca se aplicou a mim (?), porque sempre ouvi dizer que não se deve esperar nada de ninguém, mas sempre acabamos esperando, seja um bom dia por educação, seja um beijo por pena, seja um olhar por pura curiosidade, acaba que sempre esperamos algo de alguém, ou esperamos alguém.
Hoje digo que sinto desejos, desejos de mudar, de não querer mais que exista, de não lembrar, de fazer tudo se apagar, mas acaba que só consigo escrever, sem sentido, sem rimas, sem métricas, sem pontuação, sem ler, só escrever, para ver se ficam guardadas aqui, as minhas memórias, e para ver se elas saem de vez de dentro da minha cabeça, o que seria muito fácil, já que pensa-se no que se quer, mas com mesma facilidade não conseguem sair de dentro do meu coração, de dentro da minha alma, queria que hoje não houvesse nada de novo, queria somente que algo continuasse, mas enfim, tudo que chega se vai, tudo que aparece some, assim é minha sina, assim devo conviver, crendices de que fizeram algo contra mim, tenho muitas, mas será que eu as deixo de fato me fazerem mal, ou será que eu mesmo faço mal a elas, e a mim?
Não sei, só sei que quero que tudo termine bem, ou então que não termine, que seja mais um rascunho sem arte e sem final.
P.S. desabafo!
Sentimento que me assola neste exato momento, minto, sentimento que me assola à meses, à tempos, tempos que conto para que corram os minutos, dias que peço para que começem e terminem, segundo crença popular isso atrai a morte mais cedo, mas será que de fato não é isso mesmo que estou pensando em querer, a morte.
Não, não a morte corpórea, aquela que meias pessoas choram e cantam dentro de igrejas, não, a morte das lembranças, a morte das pessoas que passaram por mim, me modificaram, fizeram um passado ainda que jovem, cheio de recordações boas e más, as más em sua essência e clemência, maiores.
Desejo todos os dias o fim, o fim de tudo, e o não começo, sim, o não começo de mais uma história, a vinda de mais uma pessoa, ou de pessoas, peço para que não venha mais um decepção, onde já se viu dizer que decepção não mata, ensina a viver, quer dizer que tudo de ruim que acontece é plano divino para que possamos morar com tranquilidade no inferno? Acho isso tudo muito confuso e nem quero parar para compreender, não agora, não hoje, não nesta vida.
Sofrer, dizem alguns que isso é opcional, mas será que de fato estes já sofreram, se magoaram, ou magoaram alguém? Será que já choraram de verdade, não por compaixão, mas com paixão, será que sentiram o peito apertado, uma noite sombria, um desejo de nunca mais ver a luz do dia, será? Não creio nisso, mas já que dizem, porque este conselho nunca se aplicou a mim (?), porque sempre ouvi dizer que não se deve esperar nada de ninguém, mas sempre acabamos esperando, seja um bom dia por educação, seja um beijo por pena, seja um olhar por pura curiosidade, acaba que sempre esperamos algo de alguém, ou esperamos alguém.
Hoje digo que sinto desejos, desejos de mudar, de não querer mais que exista, de não lembrar, de fazer tudo se apagar, mas acaba que só consigo escrever, sem sentido, sem rimas, sem métricas, sem pontuação, sem ler, só escrever, para ver se ficam guardadas aqui, as minhas memórias, e para ver se elas saem de vez de dentro da minha cabeça, o que seria muito fácil, já que pensa-se no que se quer, mas com mesma facilidade não conseguem sair de dentro do meu coração, de dentro da minha alma, queria que hoje não houvesse nada de novo, queria somente que algo continuasse, mas enfim, tudo que chega se vai, tudo que aparece some, assim é minha sina, assim devo conviver, crendices de que fizeram algo contra mim, tenho muitas, mas será que eu as deixo de fato me fazerem mal, ou será que eu mesmo faço mal a elas, e a mim?
Não sei, só sei que quero que tudo termine bem, ou então que não termine, que seja mais um rascunho sem arte e sem final.
P.S. desabafo!
terça-feira, 5 de julho de 2011
Faça um favor ao mundo: CALE-SE
A pergunta que irei fazer é mundial : Porque ainda existe gente para falar mais do lhes permite o latim? Traduzindo, Porque existe gente fofoqueira neste planeta?
Existem pessoas que só vem ao mundo para fazer o mal, e o pior mal não é jogar alguém de penhascos, nem deixar a mão nos rostos alheios, é no mínimo não saber usar as palavras, ou pelo menos não contê-las dentro da boca.
Acho a coisa mais abominável em um ser humano o dom da fofoca, do falatório desnecessário, da intromissão em assuntos que as vezes nem existem, mas que são criados e tomam proporção maior que a final da copa do mundo, ou quem matou Odete Roitman.
E o mais maligno não é a fofoca em si, é o ouvido que se dar a ela, é a confiança que ela adquire em pessoas de baixo calibre mental, pessoas influênciáveis e sem respeito a si, e ao próximo. Mas devo dizer que a fofoca, estraga quem a diz e quem a ouve, nunca se passa pelas cabeças de vento, que uma fofoca não passa de uma mentira lapidada, ou quem sabe até de uma verdade íntima, PORRA (perdão pelo palavrão), mas se é intimo, então porque raios existem línguas ferinas e cortantes a espalhar pelo vento coisas que nem lhe pertencem?
Fato é que, se existe fofoca, é porque a meia-dúzia de ouvidos de penico ainda se dão ao luxo trabalhoso de ouvir o que não lhes é nem de bom tom, nem de boa educação.
Deixo aqui a nota de repúdio, (e nojo) aos fofoqueiros, e aos ouvintes desta rádio que só toca sucessos fundo de esgoto!
Obrigada.
P.S. caso exista uma função chama chek in na rede social facebook, cada um diz onde quer estar,e onde está devidamente, isso não cabe a ninguém publicar aos sete ventos, nem muito menos comentar que viu o mesmo em alguma outra publicação, faça um bem a si e ao mundo, CALE-SE!
sábado, 2 de julho de 2011
True Love ...(baseado em S.O.J.A.)
O amor, o que é de verdade o amor? Um sentimento de verdades, mentiras, certezas, e dúvidas, um misto de gostar, de tesão antecipado, de beijar o vento em brisa, sentir o pés fora da órbita.
Amor, assim como o ódio, não escolhe cidade, cor, formas, escolhe apenas o coração, falo do músculo, falo do desenho no caderno, falo do sangue, e da cor vermelha, falo do lápis de cor.
Sorrir do nada, para nada, fotografar com o olhar toda a infinidade do horizonte ainda perdido, despercebido, o pôr-do-sol ainda por se fazer, a Lua cheia ainda a minguar.
O amor, é para todos, é para quem nunca quis, é para quem sempre esperou, é para o passarinho, é para aquele buquê de flor, é para a avó, a empregada e o doutor. O amor é assim desmedido, sem referência, sem sentido, e sem vocação, cego, e as vezes analfabeto, pois ele não precisa ler, não precisa escrever, ele precisa ser...apenas.....
Quando seu corpo estiver vazio, o amor estará lhe mantendo firme, quando a fome lhe for forte, o amor será doce, quando você fizer pirraça o amor lhe será castigo.
Não fala-se apenas de homem e mulher, fala de pai e filho, fala de deus e você, fala de amor ao mundo, aos iguais, aos diferentes, e sobre tudo fala de amor a imagem no espelho.
Amor, só fale de amor, simples, sem concordância, sem medo e sem pudor, seja amor.
O que foi....
Hoje, especialmente hoje, acordei com as recordações, mais fortes e com mais vontade de mim, mais ruins, com mais certeza que de fato acabou, uma parte pelo menos, acabou, mas que o mal ainda pode se findar, que tudo na vida é uma previsão, sorte, ainda posso mudar, ainda posso dizer chega, mas as lembranças, aquelas lembranças, me impedem, me sufocam.
Não mais quero ver o nome escrito na areia da bela praia, não mais quero ouvir a música que conta como é bonito ter um amor impossível, não mais quero sofrer por uma dor de dente não minha, Não, não mais, por favor.
Ser humana é viver em harmonia com os astros, e em desafeto com o coração, pois quando os astros dizem que não é mais a sua vez, o coração grita pedindo bis, mas já acabou.
Uma noite cinzenta, fria e longa, uma noite com brumas, onde minha visão só consegue alcançar aquilo que minha mente quer que eu veja, cenas do que foi bom, cenas do que poderia ser, cenas que a cigana me falou nas cartas de tarô, cenas que não mais vão acontecer.
Que chegue logo o amanhã, que as lembranças percam força, me deixem em paz, levem de mim aquilo que nunca foi meu, mas que um dia eu tive em mãos, aquilo que não é de ninguém, mas que hoje está em outro lugar, ao lado de outro alguém.
Que seja breve a madrugada dos amores perdidos, dos sonhos acabados, dos choros calados, da vida contínua....
Não mais quero ver o nome escrito na areia da bela praia, não mais quero ouvir a música que conta como é bonito ter um amor impossível, não mais quero sofrer por uma dor de dente não minha, Não, não mais, por favor.
Ser humana é viver em harmonia com os astros, e em desafeto com o coração, pois quando os astros dizem que não é mais a sua vez, o coração grita pedindo bis, mas já acabou.
Uma noite cinzenta, fria e longa, uma noite com brumas, onde minha visão só consegue alcançar aquilo que minha mente quer que eu veja, cenas do que foi bom, cenas do que poderia ser, cenas que a cigana me falou nas cartas de tarô, cenas que não mais vão acontecer.
Que chegue logo o amanhã, que as lembranças percam força, me deixem em paz, levem de mim aquilo que nunca foi meu, mas que um dia eu tive em mãos, aquilo que não é de ninguém, mas que hoje está em outro lugar, ao lado de outro alguém.
Que seja breve a madrugada dos amores perdidos, dos sonhos acabados, dos choros calados, da vida contínua....
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