Quando se cansa de ficar em uma fortaleza eterna, quando se cansa de ser um símbolo do que não é, quando, de fato, você não é nada do que aparenta ser, quando não é aquilo que gostaria, que faria feliz o seu eu.
Hoje, um castelo se finda, uma maré apaga o texto na areia, uma lua mingua, e uma estrela se apaga. Fazer pedidos ao céus, orações aos deuses, oferendas aos orixás, choros escondidos, sorrisos falsos, uma falsa patente alta, enquanto apenas dentro da mulher mega forte só existe uma menina, nada adianta, um peito se fecha, um sorriso se apaga, um amor se enterra. [junto comigo]
Ao luto eu volto, luto ao qual eu nunca sai, desde aquele dia em que nada mais me fez sentido, ao apenas ler letras distorcidas em questões simples de despejar verdades por e-mail. O fim, o fim de mim, de você e de tudo que em mim foi vivido, planejado e em partes, sonhado.
Sai de mim, o amor, o maior amor que poderia dar a quem merecia, pois não fui credora, de que houvesse pessoas que não pudessem ser dignas de amor, perdão e sorriso. Abrace-me a distância.
Em seu pensamento quero ficar com o melhor de mim que houver, em meu pensamento levo comigo o melhor de você que puder ter, a música, a melodia, a letra sem rima, e trejeito desajustado.
Assim, meio sem o que dizer, falo somente de amor, insuportável, grande, demasiadamente pesado ao meu peito já cheio de você, de eu, e de outra pessoa que já nem faz tanto sentido...
Assim volto ao luto, ao negro, ao luar sem estrelas, ao som sem ruídos, ao eu, aquele eu , oco, sem alma, sem vida. já disse demais que o amava, chega!
Eu te amo, e isso não lhe dar direito de ser rude, indiferente, mal, e canalhamente homem.
Somente amar.
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