Passaram..

sábado, 2 de julho de 2011

True Love ...(baseado em S.O.J.A.)


O amor, o que é de verdade o amor? Um sentimento de verdades, mentiras, certezas, e dúvidas, um misto de gostar, de tesão antecipado, de beijar o vento em brisa, sentir o pés fora da órbita.
Amor, assim como o ódio, não escolhe cidade, cor, formas, escolhe apenas o coração, falo do músculo, falo do desenho no caderno, falo do sangue, e da cor vermelha, falo do lápis de cor.
Sorrir do nada, para nada, fotografar com o olhar toda a infinidade do horizonte ainda perdido, despercebido, o pôr-do-sol ainda por se fazer, a Lua cheia ainda a minguar.
O amor, é para todos, é para quem nunca quis, é para quem sempre esperou, é para o passarinho, é para aquele buquê de flor, é para a avó, a empregada e o doutor. O amor é assim desmedido, sem referência, sem sentido, e sem vocação, cego, e as vezes analfabeto, pois ele não precisa ler, não precisa escrever, ele precisa ser...apenas.....
Quando seu corpo estiver vazio, o amor estará lhe mantendo firme, quando a fome lhe for forte, o amor será doce, quando você fizer pirraça o amor lhe será castigo.
Não fala-se apenas de homem e mulher, fala de pai e filho, fala de deus e você, fala de amor ao mundo, aos iguais, aos diferentes, e sobre tudo fala de amor a imagem no espelho.
Amor, só fale de amor, simples, sem concordância, sem medo e sem pudor, seja amor. 

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