Quando projeto meu corpo em gestos, faço entender o levantar de minha mão,
Quando simplesmente olho, passo o que quero dizer, mas não simplesmente o que sinto
Nada mais sou que um ser complexo, passivo, e ativo, sou apenas uma mulher, que delira de emoções, que aplica golpes baixos, mas que sabe lidar com todas as enfermidades que a alma ainda tem para sofrer.
De alegrias eu vivo, de amores eu morro, da vida eu faço o simples laboro, sou tão frágil quanto um cristal, tão doce quanto mel, mas tão áspera quanto a lixa, e tão venenosa quanto a serpente.
Falo o que vejo, não recuo ao opinar, se acho falo mesmo, não temo o que virá, se pede para que eu me retrate, faço isso com louvor, mas se caso eu for ferrenha não me peça isso faça-lhe um favor. Do tipo certo de garota errada, prezo pelo erro convencional, pelo caminho banal, pelo lado negro e mortal, não há graça de viver diante de facilidades, não há expectativa de amanhã se tudo for bom e tranquilo, quero fazer do meu futuro um lugar bonito, mas que tenha passado todo em trevas, que haja muito sol, logo após a noite sombria, aquela noite que chorei, quando alguém que amava sorria, não comigo, mas de mim, farei chorar todo aquele mortal que provoca isso nas pessoas, farei sofrer todos os toscos de alma pequena, farei vingança perante a a minha alma, farei-me grande, perante tão pequena foi a SUA falha.
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