Passaram..

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

 
Posso hoje ter deixado a maior chance de felicidade que poderia haver, mas nunca conseguiria viver sob a sombra de uma mentira idealizada para fazer sorrir mesmo a pessoa que se disponibilizou a arrancar isso de mim.
Feliz seria pela fajutisse forma de olhar, por fora, aquilo que deveras me faria mal, magoar pela verdade e matar pela mentira, isso é o que me acarretaria demasiada frustração.
Como pode o coração ser tão abrupto e inconsequente, não pensa ele na dor que causa ao se jogar de um penhasco rumo ao desconhecido amor?
Deixo de agarrar a chance da felicidade, pelo fato de não conseguir mentir perante todos que já esqueci aquele amor maligno de outrora.
Acordo do pesadelo e me vem as lembranças que ainda poderiam acontecer, lembro-me bem que declarei desistência no dia em que calou-se a voz.
O fruto que ainda poderia ser gerado de um amor que se fez unilateral, mas com um tamanho, e uma força que servia a dois, sim este fruto veio, com má hora para ser visto como benéfico.
Digo que ainda há um amor, que o tempo ainda se encarrega de curar, se encarrega de levar para o além mar, deixo partir para o infinito aquilo que não faz bem.
Pergunto-me até agora o porque, como pode a dama de ferro ter se tornado passional e ter se dado ao "lixo", de ouvir as histórias e se deixar deleitar pelos toques e olhares afáveis de um que ja havia lhe dito não ser bom com as mulheres. É de fato deixo hoje a sorte cair pelo ralo, mas azar teria ele se eu tivesse deixado de lado o coração e tivesse levado uma mentira pelo vão.

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